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Roteiro – Viajando de carro de norte a sul dos EUA (Indianápolis, Nashville, Memphis, New Orleans, Houston, Dallas, Chicago)

Nossa viagem começava e terminava em Chicago, com um intervalo de 18 dias entre os voos de ida e volta, de forma que a ideia era pegar o carro e sair rodando nesse período. Não havia 100% de certeza do que conseguiríamos realmente fazer, devido ao período de inverno, e tínhamos apenas um roteiro preliminar para orientar. Reservei alguns hotéis com cancelamento gratuito e deixei algumas noites em aberto para reservar de acordo com a cidade que conseguíssemos chegar para dormir. Não compramos praticamente nenhuma atração antecipada, exceto os jogos de futebol americano em Dallas e o de basquete em Chicago. Também comprei logo nossa passagem no trecho doméstico, de Dallas para Chicago, com a Southwest.

Voando Southwest, Roadtrip norte a sul dos EUA, roteiro

Então, tudo que realmente sabia era que tínhamos que estar em Dallas no dia 24 de dezembro para pegar o voo de volta para Chicago. Fora isso… fomos pegando a estrada. E no fim saiu tudo quase perfeitamente conforme o planejado, isso porque não pegamos neve, nem tivemos qualquer grande imprevisto durante a viagem. Vou fazer um relato geral passando o roteiro (o teórico e o da prática) e depois farei posts específicos de cada cidade. Vamos lá!

Dia 1 – Saímos de São Paulo rumo a Chicago com conexão em Detroit pela Delta Airlines. Gostamos da companhia aérea, mas a comida deixou a desejar. Os assentos tinham telas individuais no trecho SP-Detroit e entregavam kits com fones de ouvido, tapa-olho e tampão de ouvidos.

A conexão em Detroit foi tranquila, passamos pela imigração rapidamente, sem muita fila. O fuso horário era de 3 horas a menos em relação a Brasília.

O voo para Chicago é bem rápido, apenas 40 minutos, mas o fuso é diferente de Detroit, diminuindo mais 1 hora, totalizando agora 4 horas de diferença de Brasília. Nesse voo não teve nenhum serviço de bordo.

No aeroporto de Chicago (O’Lare), pegamos o shuttle para a locadora de veículos. Passam ônibus regularmente das diferentes empresas. Em 5 minutos estávamos na Alamo e a temperatura já era de doer, -6ºC.

Pegamos direto a estrada para Indianapolis e, na saída de Chicago, já percebemos que o trânsito era complicadíssimo ali.

Foram 300Km até Indianápolis por estradas em ótimo estado de conservação, com vários e bons pontos de parada (as Rest Areas, que possuem banheiros e máquinas de bebidas e lanches, além dos postos de gasolina e dos fast foods).

A ideia inicial era passar em algumas lojas quando chegássemos a Indianápolis com objetivo de comprar o que precisávamos para enfrentar o frio. A cidade conta com várias opções de compras como Target, Burlington Coat Factory, entre outras. Mas acabamos indo apenas em busca de algumas coisas básicas no Walmart próximo ao hotel e retornamos para descansar da viagem, até porque perdemos 1 h de fuso horário, de novo.

Dia 2 – Começamos logo acalmando os ânimos das crianças e fomos ao Children Museum of Indianapolis, considerado o maior museu da criança do mundo. Realmente é enorme e muito divertido. Nosso almoço foi no próprio museu, que conta com uma praça de alimentação com opções de lanche como pizza, cachorro-quente, hambúrguer.

Museu da criança de Indinanápolis

Já no fim da tarde, seguimos para o Indianapolis Museum of Art, que fica próximo ao museu da criança. A entrada é gratuita.

Prédio do Museu de Arte de Indianápolis

Agora, sim, seguimos para algumas compras e depois jantamos num Red Lobster.

Dia 3 – Seguimos para Downtown a fim de conhecer mais de Indianapolis. Estacionamos o carro em frente ao World War Memorial, na própria rua, que tem parquímetros. Deve-se ficar atento ao tempo do parquímetro porque os policiais ficam passando regularmente, multam e recolhem o carro com guincho (quase aconteceu conosco).

Memorial da Guerra Mundial em Indianápolis

Passeamos pelo Veterans Memorial Plaza e pelo Soldiers and Sailors Monument (que tem um nível de observação).

Vimos a Christ Church Cathedral, fomos caminhando até o Canal Walk e o White River State Park e retornamos para o Circle Center, um shopping, onde almoçamos no Johnny Rockets.

Por volta de 14h, seguimos para o Indianapolis Motor Speedway para dar um volta na pista oval e conhecer o Hall of Fame.

Hall of Fame do Indianapolis Motor Speedway

Tínhamos alguns pontos extras (parques) para visitar caso desse tempo, mas acabamos não indo: Fort Harrison State Park, Lilly Recreation Park, Garfield Park.

Dia 4 – Seguimos para Nashville. Foram 460km e cerca de 4h e meia de viagem. Deslocamento bem tranquilo. Passamos por Louisville no caminho, a cidade mais populosa do estado do Kentucky.

Chegamos a Nashville no horário do almoço e descobrimos que ganhamos 1 hora, já que o fuso horário mudava (mais uma vez) em relação a Indianápolis (voltávamos ao fuso de Chicago, 4 horas a menos que o Brasil). Fomos direto para o Centennial Park, onde almoçamos enquanto esperávamos o Parthenon abrir. Pela região existem algumas opções de fast food (McDonalds, Wendy’s, Chilli’s, TacoBells, Five Guys)

Parthenon no Centennial Park em Nashville

Depois de visitado o Parthenon, seguimos para o hotel que ficava em Downtown, deixamos as bagagens e fomos caminhar pelo centro. A ideia era fazer o tour pelo interior do lendário Ryman Auditorium, mas o tempo já estava apertado e, se fizéssemos o tour, poderíamos não conseguir pegar o Country Music Hall and Fame Museum aberto. Tínhamos que optar e escolhemos o museu.

Prédio Country Music Hall of Fame and Museum Nashville

Saindo do museu, fomos caminhar pela Broadway Street, que é repleta de bares e restaurantes com música country ao vivo. Optamos pelo Rippy’s, que tem vários ambientes, cada um com alguma apresentação musical. 

Broadway street Nashville

Como queríamos conhecer Graceland, a casa do Elvis Presley em Memphis, ficamos apenas 1 dia em Nashville, e digo que é muito pouco. A cidade vale, no mínimo, mais 1 dia, que dê para conhecer melhor o Ryman Auditorium e assistir a uma apresentação no Opry, entre várias outras opções que Nashville oferece.

Dia 5 – Antes de seguir para Memphis, não podíamos deixar de conhecer a Belle Meade Plantation. Ficava no caminho, então paramos lá antes de seguir viagem. Fizemos o tour pela mansão, conhecemos as instalações da fazenda e por volta das 11h estávamos pegando a estrada novamente.

Mansão Belle Meade Plantation Nashville

A viagem para Memphis levou pouco mais de 3 horas (341km), de forma que chegamos a Graceland por volta das 14h, tempo suficiente para conhecer a casa do Elvis. Optamos pelo tour apenas pela mansão.

Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Ainda eram 16h quando acabamos o passeio e tínhamos a opção de permanecer em Memphis e conhecer a Beale Street, ou seguíamos pela estrada até onde conseguíssemos, de forma a ficarmos mais próximo de New Orleans, onde queríamos conhecer várias atrações. Acabamos optando pela estrada, já que quanto mais cedo chegássemos a New Orleans, melhor seria. Dessa forma, dormimos em Jackson.

Dia 6 –  Saímos de Jackson cedo, tendo conhecido a cidade apenas de carro, e seguimos para New Orleans. Como chegamos ainda de manhã, mudamos o roteiro original e fomos direto ao Mardi Gras World. Acredito que o ideal era ter seguido direto para as Plantations, que já ficavam no caminho e ganhava-se tempo de deslocamento, mas só pensei isso no dia seguinte quando estávamos nos deslocando para as Plantations e retornando um bom trecho da estrada que havíamos rodado na chegada. 

Entrada do Mardi gras world tour

Depois do Mardi Gras World, fomos para o hotel e conseguimos fazer um Early Check-In. Deixadas as bagagens, era hora de bater perna no French Quarter. Almoçamos no Hard Rock Cafe, apesar de que nosso plano inicial era almoçar no restaurante Galatoire’s, mas estava muito cheio.

Conhecemos toda a região do French Quarter, a Jackson Square, a orla do rio Mississippi, a St Louis Cathedral, o French Market, a famosa Bourbon Street. Experimentamos os Beignets no Cafe Du Monde e jantamos no Bubba Gump enquanto esperávamos a hora (20h) da apresentação de Jazz no Preservation Hall, que permite a entrada de crianças.

Jackson Square French Quarter New Orleans

Dia 7 – Esse foi o dia de conhecer as Plantations (acabamos indo apenas a Oak Alley Plantation) e fizemos o passeio pelo Pântano da Louisiana.

Mansão de Oak Alley Plantation

De tarde, pegamos o Street Car em direção ao Garden District e passeamos pelo bairro e pelo Audubon Park.

Voltamos para o French Quarter e jantamos no tradicional restaurante de comida crioula, The Court of Two Sisters.

Dia 8 – Era dia de voltar para estrada, mas agora seguiríamos para oeste, em direção a Houston. Foi a maior distância que percorremos direto, 560km, em 6h de viagem. Nesse dia não tínhamos nada planejado de atrações, já que não sabíamos que hora iríamos realmente chegar a Houston, de forma que fomos para o Premium Outlet e aproveitamos o resto da tarde e a noite para fazer umas comprinhas.

Dia 9 – Compramos o CityPASS e começamos o dia no Museum of Natural Science, depois fomos para o Children Museum, enquanto meus pais foram para o Museum of Fine Arts.

Houston Chidlren's Museum

Como estava chovendo, tivemos que alterar o roteiro original, já que a ideia era caminhar por Downtown. Acabamos indo para o Downtown Aquarium esperar a chuva passar e almoçamos no restaurante do aquário.

A chuva deu trégua e conseguimos passear pelo centro. Fomos até o JP Morgam Chade Tower e subimos ao Skylobby (gratuito) para uma vista de Houston. Depois caminhamos pela Herman Square, Tranquility Park, City Hall. Foi o que deu para conhecer devido à chuva, mas existem outros pontos em Downtown: Discovery Green, Houston Center.

Downtown Houston JP Morgan Chase Tower

Dia 10 – Fomos conhecer o centro espacial da NASA, o Jonhson Space Center, e depois esticamos para o Kemah Boardwalk.

Kemah Boadwalk

Dia 11 – Voltamos para a estrada, agora tendo como destino Dallas (384Km, em 4 horas de viagem).

Chegamos a Dallas ainda antes do almoço e fomos para Downtown. A primeira parada foi a Reunion Tower. Depois caminhamos até Dealey Plaza, mas não chegamos a conhecer o The Sixth Floor Museum porque tínhamos o jogo da NFL no AT&T Stadium e seguimos para lá. Experiência incrível, por sinal.

Reunion Tower Dallas

Dia 12 – De manhã fomos para Fort Worth e conhecemos o Stockyard, que fica a 55km de Dallas.

A tarde foi destinada a compras no Outlet.

Fort worth stockyard

Dia 13 – De manhã, levamos as crianças ao LEGOLAND Discovery Center; e de tarde fomos curtir o Six Flags Over Texas.

Six Flags Over Texas Dallas

Dia 14 – Pegamos o voo da Southwest de Dallas para Chicago pela manhã.

Fechamos com a GOAIR o shuttle do aeroporto (Midway) para nosso hotel. Depois do check-in, fomos almoçar no Rainforest Cafe, que ficava próximo, já que estava um dia chuvoso e muito frio. Acabamos não conseguindo cumprir o roteiro nesse dia, que era caminhar por Downtown. Apenas seguimos para o Navy Pier de noite, véspera de natal, com o intuito de jantar, mas estava tudo fechado. Voltamos caminhando e encontramos um restaurante italiano que foi onde tivemos nossa ceia de natal.

Navy Pier Chicago

Dia 15 – Era Natal e poucas atrações estavam abertas. Seguimos bem cedo para o 360Chicago para ter a vista da cidade de dia. A ideia era passear pelo Water Tower Place e almoçar no Cheesecake Factory, mas estava tudo fechado.

Seguimos para o Lincoln Park Zoo, demos uma volta e resolvemos fazer o roteiro do dia anterior que foi prejudicado pelo clima. Fomos para o Millennium Park, tiramos fotos no The Bean, Crown Fountain, BP Pedestrian Bridge, Jay Pritzker Pavillion.

Cloud Gate Millennium Park Chicago

Antes de escurecer, fomos para o Skydeck com a ideia de chegar ao topo do prédio ainda de dia e ver a cidade se iluminar para a noite. Mas estava muito cheio e não deu certo. Só tivemos a vista noturna (não recomendo, mas depois explico).

Dia 16 – O dia praticamente todo foi dedicado ao Museum of Science and Industry.

Museum of Science and Industry Chicago

À noite, fomos para o Navy Pier, que não conseguimos conhecer por estar fechado no dia 24 de dezembro. A ideia era jantar no Bubba Gump e depois conhecer o local, mas houve um problema entre a polícia e alguns grupos de jovens que frequentavam o píer e acabamos indo embora fugindo da confusão.

Dia 17 – Começamos o dia no Adler Planetarium.

Adler Planetarium Chicago

Almoçamos com show de Blues no Buddy Guy’s Legends.

De tarde, passeamos pela Magneficente Mile.

À noite seguimos para o Jogo da NBA no United Center (Chicago Bulls contra New Orleans Pelicans)

United Center Chicago Bulls

Dia 18 – Dividimos o dia entre o Shedd Aquarium e o The Field Museum.

Jantamos a tradicional Deep Pizza no Gino’s East.

Dia 19 – Retornamos para o Brasil. 😦

Veja também:

– Como se locomover em Chicago

– Dicas de Hospedagem em Chicago

– Sugestões de restaurantes em Chicago


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Ottawa – bate e volta de Montreal

Antes de mais nada, Ottawa é apaixonante. É linda. É charmosa. É cheia de atrativos turísticos. É a capital do Canadá.

Alexandria Bridge, Ottawa

Localizada em Ontário, entre os rios Ottawa e Rideau, Ottawa tem toda uma característica própria, diferente do que estávamos vendo até então em Montreal, e do que veríamos posteriormente em Québec. A influência inglesa é mais marcante e percebemos isso no instante em que cruzamos as divisas entre os estados e passamos a ver o inglês também nas placas de trânsito, não mais apenas o francês como ocorria na província de Québec.

Alexandria Bridge, Ottawa

Ottawa não é uma cidade muito grande e os pontos de interesse turístico são relativamente próximos, sendo possível percorrê-los a pé. A 201km de Montréal, é totalmente viável fazer um bate e volta para Ottawa, mas, para quem deseja visitar todos os museus, o ideal é ao menos um pernoite na cidade.

Ottawa

Nós saímos de Montreal umas 7h da manhã (ai, acreditem! Mas foi dureza acordar), já que queríamos pegar o primeiro tour pelo Parlamento, às 9:30. Até chegamos cedo, mas só pegamos o tour das 11h, já que os anteriores já estavam esgotados. Isso atrasou um pouco os planejamentos do nosso dia, embora nada que atrapalhasse demais.

Parlamento Ottawa

Deixamos o carro parado num estacionamento próximo ao Centro de Visitantes. Não é barato, custa 20$ o dia todo (das 6-18h) e 5$ das 18-6h. Como só retiramos o carro depois das 18h, pagamos 25$.

Durante dia gastamos mesmo foi a sola do sapato, e andamos BASTANTE, mas foi ótimo. Ottawa é uma cidade super agradável para caminhar, apesar do vento gelado que já incomodava logo de manhã cedo (depois o sol deu uma esquentada).

Major's Hill Park, Ottawa

Nossa primeira parada foi no Centro de Visitantes, localizado na 90 Wellington Street, bem em frente do Parliament Hill (do outro lado da rua). É lá que se pega os tickets para o tour pelo interior do Parlamento.

O tour pelo bloco central é gratuito e tem uma duração de aproximadamente 50 minutos, considerando os procedimentos de segurança para a entrada no prédio. Não é permitido entrar no Parliament Hill com mochilas e bolsas grandes (limite máximo de 35.5 cm x 30.5 cm x 19 cm), sendo necessário deixá-las nos armários disponíveis no segundo andar do Centro de Visitantes (gratuito). Os tours estão disponíveis todos os dias, mas os horários variam de acordo com a época do ano, de forma que é melhor verificar o calendário no site oficial para se programar melhor.

Parlamento Ottawa

Em frente ao Centro de Visitantes tem uma escultura de Terry Fox, considerado um herói canadense, criada por John Hooper em 1983. Aos 18 anos, Terry Fox perdeu uma perna em decorrência de um câncer. Três anos depois, com uma prótese, começou uma travessia de costa a costa pelo Canadá com objetivo de arrecadar fundos para as pesquisas contra o câncer. Infelizmente, 143 dias depois, sua luta teve fim; o câncer havia voltado e ele faleceu poucos meses depois, em 1981, deixando um grande legado para o povo canadense. Havia uma exposição temporária sobre Terry Fox quando visitamos o Canadian Museum of History durante nossa viagem, mas falaremos com mais detalhes sobre o museu em outro post.

Ottawa

Os prédios góticos do Parlamento são imponentes e deslumbrantes. Ficam numa colina à margem do rio Ottawa e se destacam na paisagem com o tom de verde de seus telhados de cobre.

Alexandria Bridge, Ottawa

Logo na frente, entre os 3 prédios sedes do governo, está um monumento com uma Chama Eterna, que foi acesa em 1967. Durante os meses de junho a agosto, ocorre a troca de guarda diariamente na frente do Parlamento.

Parlamento Ottawa Parlamento Ottawa

O tour tem início sobre um mastro da bandeira canadense na área externa do Parliament Hill, onde o grupo se reúne com o guia antes de entrar no prédio central. Toda essa área externa tem cobertura gratuita de wi-fi.

Parlamento Ottawa

Antes de entrar, passamos por uma rápida revista das bolsas (as pequenas, porque as grandes são proibidas, lembra?). Depois, no interior, passamos pelo raio x. Nosso cabo extensor da GoPro não foi permitido dentro do Parlamento, mas apenas colocaram numa bolsa lacrada e nos deram um cartão numerado para retirá-lo na saída do tour. As máquinas fotográficas são permitidas.

O interior do Parlamento é tão lindo quanto o seu exterior. Durante o tour, vamos aprendendo mais sobre o regime político do Canadá, o funcionamento do Parlamento, sua história e arquitetura.

Parlamento Ottawa Parlamento Ottawa Parlamento Ottawa

Mas eu só queria mesmo era ser esquecida dentro daquela biblioteca! 🙂  Absolutamente encantadora!

Parlamento Ottawa Parlamento Ottawa

Ao final do tour, podíamos subir na Torre da Paz para uma vista da cidade, mas estavam ocorrendo muitas excursões de escolas neste dia e o local encontrava-se lotado de jovens estudantes, fazendo com que a fila para o elevador fosse monstruosa e, principalmente, muito lenta. Ainda esperamos um pouco, mas logo que percebemos a lentidão e o enorme tempo que perderíamos ali, acabamos desistindo. É possível visitar a Peace Tower sem fazer o tour.

Parlamento Ottawa

Ao sairmos do Parlamento, pegamos logo nossa mochila no Centro de Visitantes (poderíamos deixar lá até 17h, horário em que o Centro fechava, mas ficamos com receio de nos perder na hora).

Seguimos pela Wellington Street até o National War Memorial, um grandioso monumento em memória aos veteranos da guerra. Todo 11 de novembro as pessoas se reúnem neste local para homenagear aqueles que deram a vida pela liberdade que se tem hoje, na chamada Cerimônia do Dia da Lembrança.

National War Memorial, Ottawa

Atravessamos o Canal Rideau, mas não caminhamos muito pelo parque que o margeia e que é muito procurado pelos locais durante todo o ano, seja para aproveitar o verão e as pistas à beira-rio, ou o inverno e o enorme ringue de patinação em que se transforma o canal.

Nossa ideia inicial era seguir pelo Canal Rideau até o Confederation Park, que fica em frente ao City Hall, mas, como a hora já estava adiantada e as crianças queriam almoçar, apenas passamos em frente ao City Hall à noite, de carro mesmo, antes de seguir viagem de volta para Montréal.

Paramos para tirar foto da fachada do Fairmont Château Laurier, o famoso e luxuoso hotel canadense inaugurado em 1912, e o vallet que estava na frente do hotel nos chamou para conhecer o lobby. Nem sabíamos que era permitido, mas adoramos. Quem sabe um dia estaremos ali como hóspedes… Sonhar não custa, né?

Fairmont Château Laurier, Ottawa Fairmont Château Laurier, Ottawa Fairmont Château Laurier, Ottawa Fairmont Château Laurier, Ottawa Fairmont Château Laurier, Ottawa

Pegamos a Sussex Dr até a George Street para caminharmos pelo ByWard Market, um dos mais antigos bairros de Ottawa e onde encontramos diversas opções de restaurantes, cafeterias, lanchonetes, bistrôs, lojas e uma feirinha a céu aberto que ocorre desde 1840.

Byward market, Ottawa Byward market, Ottawa Byward market, Ottawa Byward market, Ottawa

Aproveitamos para almoçar uma deliciosa pizza no The Grand Pizzeria, com uma massa fininha e caprichada num molho de tomate especial da casa. É uma ótima opção para quem não quer perder muito tempo com a refeição, essencial para quem está num bate e volta, e procura algo que agrada as crianças e não custa muito. Recomendamos!

The Grand Pizzeria, Ottawa The Grand Pizzeria, Ottawa

Bem em frente à pizzaria fica o Beaver Tail – e aqui faço um pedido muito especial… não deixem de experimentar! É… um doce… assim… Ah, é bem difícil explicar o que é essa sobremesa típica canadense, só provando para entender. Mas que é sensacional, isso é! Só não pense na dieta, ok? 😉

Beaver Tail, Ottawa Beaver Tail, Ottawa Beaver Tail, Ottawa Beaver Tail, Ottawa

Passamos por dentro do galpão do ByWard Market Building, e as tentações continuam ali. Ainda bem que não cabia mais nada no estômago…

Byward market, Ottawa Byward market, Ottawa

Subimos pela York St até a Sussex Dr e atravessamos ao lado da Embaixada Americana até a rua seguinte, a Mackenzie Ave. Aproveitamos para caminhar pelo Major’s Hill Park, o primeiro parque da capital, que estava super colorido graças ao fall foliage do outono, deixando a paisagem deslumbrante.

Ottawa Ottawa Major's Hill Park, Ottawa Major's Hill Park, Ottawa

Dali também temos uma boa vista dos fundos do Fairmont Château Laurier e do Parliament Hill.

Major's Hill Park, Ottawa

Não deixe de chegar até a margem do rio Ottawa para tirar fotos de Ottawa e da sua cidade vizinha, Gatineau.

Major's Hill Park, Ottawa

Atravessamos a Alexandria Bridge (de 1901) a pé em direção a Gatineau, aproveitando toda a beleza da vista, e não só mudamos de cidade como também de província, uma vez que o rio Ottawa é a divisa entre Québec e Ontário.

Alexandria Bridge, Ottawa Alexandria Bridge, Ottawa Alexandria Bridge, Ottawa Alexandria Bridge, Ottawa

Nosso objetivo era o Canadian Museum of History, onde também há o Children’s Museum. Nós vamos falar da nossa visita ao museu da história canadense num post específico.

Alexandria Bridge, Ottawa

Voltamos para Ottawa e aproveitamos a última hora de sol para tirar foto na Peacekeeping Monument, que simboliza a resolução dos conflitos ao misturar o caos da guerra com a ordem e a segurança da paz.

Peacekeeping Monument, Ottawa

Ao lado do Peacekeeping Monument está a National Gallery of Canada, um dos sete museus nacionais de Ottawa e a maior galeria de arte do Canadá, com mais de 25 mil obras. Inaugurado em 1988, o exterior do prédio já é uma obra de arte por si só, todo em granito rosado e vidro.  Não chegamos a conhecer por dentro, apenas tiramos foto na escultura de bronze chamada Maman, do escultor Louise Bourgeois, que se trata de uma gigantesca aranha que fica na praça em frente à galeria. Já falei que odeio aranhas?

 National Gallery of Canada, Ottawa  National Gallery of Canada, Ottawa  National Gallery of Canada, Ottawa

Nosso último ponto de parada foi a Catedral Notre-Dame. É possível conhecer o interior da igreja gratuitamente.

Catedral Notre-Dame Catedral Notre-Dame Catedral Notre-Dame Catedral Notre-Dame

Já estava escuro quando fomos procurar algo para comer no Rideau Centre, um shopping ao lado do ByWard Market.

Rideau Centre, Ottawa

Depois do jantar, e de saborear mais uma vez o Beaver Tail (quem resiste?), pegamos o carro e seguimos para estrada de volta para Montréal.

Outras atrações de Ottawa:

 

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