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Roteiro – Viajando de carro de norte a sul dos EUA (Indianápolis, Nashville, Memphis, New Orleans, Houston, Dallas, Chicago)

Nossa viagem começava e terminava em Chicago, com um intervalo de 18 dias entre os voos de ida e volta, de forma que a ideia era pegar o carro e sair rodando nesse período. Não havia 100% de certeza do que conseguiríamos realmente fazer, devido ao período de inverno, e tínhamos apenas um roteiro preliminar para orientar. Reservei alguns hotéis com cancelamento gratuito e deixei algumas noites em aberto para reservar de acordo com a cidade que conseguíssemos chegar para dormir. Não compramos praticamente nenhuma atração antecipada, exceto os jogos de futebol americano em Dallas e o de basquete em Chicago. Também comprei logo nossa passagem no trecho doméstico, de Dallas para Chicago, com a Southwest.

Voando Southwest, Roadtrip norte a sul dos EUA, roteiro

Então, tudo que realmente sabia era que tínhamos que estar em Dallas no dia 24 de dezembro para pegar o voo de volta para Chicago. Fora isso… fomos pegando a estrada. E no fim saiu tudo quase perfeitamente conforme o planejado, isso porque não pegamos neve, nem tivemos qualquer grande imprevisto durante a viagem. Vou fazer um relato geral passando o roteiro (o teórico e o da prática) e depois farei posts específicos de cada cidade. Vamos lá!

Dia 1 – Saímos de São Paulo rumo a Chicago com conexão em Detroit pela Delta Airlines. Gostamos da companhia aérea, mas a comida deixou a desejar. Os assentos tinham telas individuais no trecho SP-Detroit e entregavam kits com fones de ouvido, tapa-olho e tampão de ouvidos.

A conexão em Detroit foi tranquila, passamos pela imigração rapidamente, sem muita fila. O fuso horário era de 3 horas a menos em relação a Brasília.

O voo para Chicago é bem rápido, apenas 40 minutos, mas o fuso é diferente de Detroit, diminuindo mais 1 hora, totalizando agora 4 horas de diferença de Brasília. Nesse voo não teve nenhum serviço de bordo.

No aeroporto de Chicago (O’Lare), pegamos o shuttle para a locadora de veículos. Passam ônibus regularmente das diferentes empresas. Em 5 minutos estávamos na Alamo e a temperatura já era de doer, -6ºC.

Pegamos direto a estrada para Indianapolis e, na saída de Chicago, já percebemos que o trânsito era complicadíssimo ali.

Foram 300Km até Indianápolis por estradas em ótimo estado de conservação, com vários e bons pontos de parada (as Rest Areas, que possuem banheiros e máquinas de bebidas e lanches, além dos postos de gasolina e dos fast foods).

A ideia inicial era passar em algumas lojas quando chegássemos a Indianápolis com objetivo de comprar o que precisávamos para enfrentar o frio. A cidade conta com várias opções de compras como Target, Burlington Coat Factory, entre outras. Mas acabamos indo apenas em busca de algumas coisas básicas no Walmart próximo ao hotel e retornamos para descansar da viagem, até porque perdemos 1 h de fuso horário, de novo.

Dia 2 – Começamos logo acalmando os ânimos das crianças e fomos ao Children Museum of Indianapolis, considerado o maior museu da criança do mundo. Realmente é enorme e muito divertido. Nosso almoço foi no próprio museu, que conta com uma praça de alimentação com opções de lanche como pizza, cachorro-quente, hambúrguer.

Museu da criança de Indinanápolis

Já no fim da tarde, seguimos para o Indianapolis Museum of Art, que fica próximo ao museu da criança. A entrada é gratuita.

Prédio do Museu de Arte de Indianápolis

Agora, sim, seguimos para algumas compras e depois jantamos num Red Lobster.

Dia 3 – Seguimos para Downtown a fim de conhecer mais de Indianapolis. Estacionamos o carro em frente ao World War Memorial, na própria rua, que tem parquímetros. Deve-se ficar atento ao tempo do parquímetro porque os policiais ficam passando regularmente, multam e recolhem o carro com guincho (quase aconteceu conosco).

Memorial da Guerra Mundial em Indianápolis

Passeamos pelo Veterans Memorial Plaza e pelo Soldiers and Sailors Monument (que tem um nível de observação).

Vimos a Christ Church Cathedral, fomos caminhando até o Canal Walk e o White River State Park e retornamos para o Circle Center, um shopping, onde almoçamos no Johnny Rockets.

Por volta de 14h, seguimos para o Indianapolis Motor Speedway para dar um volta na pista oval e conhecer o Hall of Fame.

Hall of Fame do Indianapolis Motor Speedway

Tínhamos alguns pontos extras (parques) para visitar caso desse tempo, mas acabamos não indo: Fort Harrison State Park, Lilly Recreation Park, Garfield Park.

Dia 4 – Seguimos para Nashville. Foram 460km e cerca de 4h e meia de viagem. Deslocamento bem tranquilo. Passamos por Louisville no caminho, a cidade mais populosa do estado do Kentucky.

Chegamos a Nashville no horário do almoço e descobrimos que ganhamos 1 hora, já que o fuso horário mudava (mais uma vez) em relação a Indianápolis (voltávamos ao fuso de Chicago, 4 horas a menos que o Brasil). Fomos direto para o Centennial Park, onde almoçamos enquanto esperávamos o Parthenon abrir. Pela região existem algumas opções de fast food (McDonalds, Wendy’s, Chilli’s, TacoBells, Five Guys)

Parthenon no Centennial Park em Nashville

Depois de visitado o Parthenon, seguimos para o hotel que ficava em Downtown, deixamos as bagagens e fomos caminhar pelo centro. A ideia era fazer o tour pelo interior do lendário Ryman Auditorium, mas o tempo já estava apertado e, se fizéssemos o tour, poderíamos não conseguir pegar o Country Music Hall and Fame Museum aberto. Tínhamos que optar e escolhemos o museu.

Prédio Country Music Hall of Fame and Museum Nashville

Saindo do museu, fomos caminhar pela Broadway Street, que é repleta de bares e restaurantes com música country ao vivo. Optamos pelo Rippy’s, que tem vários ambientes, cada um com alguma apresentação musical. 

Broadway street Nashville

Como queríamos conhecer Graceland, a casa do Elvis Presley em Memphis, ficamos apenas 1 dia em Nashville, e digo que é muito pouco. A cidade vale, no mínimo, mais 1 dia, que dê para conhecer melhor o Ryman Auditorium e assistir a uma apresentação no Opry, entre várias outras opções que Nashville oferece.

Dia 5 – Antes de seguir para Memphis, não podíamos deixar de conhecer a Belle Meade Plantation. Ficava no caminho, então paramos lá antes de seguir viagem. Fizemos o tour pela mansão, conhecemos as instalações da fazenda e por volta das 11h estávamos pegando a estrada novamente.

Mansão Belle Meade Plantation Nashville

A viagem para Memphis levou pouco mais de 3 horas (341km), de forma que chegamos a Graceland por volta das 14h, tempo suficiente para conhecer a casa do Elvis. Optamos pelo tour apenas pela mansão.

Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Ainda eram 16h quando acabamos o passeio e tínhamos a opção de permanecer em Memphis e conhecer a Beale Street, ou seguíamos pela estrada até onde conseguíssemos, de forma a ficarmos mais próximo de New Orleans, onde queríamos conhecer várias atrações. Acabamos optando pela estrada, já que quanto mais cedo chegássemos a New Orleans, melhor seria. Dessa forma, dormimos em Jackson.

Dia 6 –  Saímos de Jackson cedo, tendo conhecido a cidade apenas de carro, e seguimos para New Orleans. Como chegamos ainda de manhã, mudamos o roteiro original e fomos direto ao Mardi Gras World. Acredito que o ideal era ter seguido direto para as Plantations, que já ficavam no caminho e ganhava-se tempo de deslocamento, mas só pensei isso no dia seguinte quando estávamos nos deslocando para as Plantations e retornando um bom trecho da estrada que havíamos rodado na chegada. 

Entrada do Mardi gras world tour

Depois do Mardi Gras World, fomos para o hotel e conseguimos fazer um Early Check-In. Deixadas as bagagens, era hora de bater perna no French Quarter. Almoçamos no Hard Rock Cafe, apesar de que nosso plano inicial era almoçar no restaurante Galatoire’s, mas estava muito cheio.

Conhecemos toda a região do French Quarter, a Jackson Square, a orla do rio Mississippi, a St Louis Cathedral, o French Market, a famosa Bourbon Street. Experimentamos os Beignets no Cafe Du Monde e jantamos no Bubba Gump enquanto esperávamos a hora (20h) da apresentação de Jazz no Preservation Hall, que permite a entrada de crianças.

Jackson Square French Quarter New Orleans

Dia 7 – Esse foi o dia de conhecer as Plantations (acabamos indo apenas a Oak Alley Plantation) e fizemos o passeio pelo Pântano da Louisiana.

Mansão de Oak Alley Plantation

De tarde, pegamos o Street Car em direção ao Garden District e passeamos pelo bairro e pelo Audubon Park.

Voltamos para o French Quarter e jantamos no tradicional restaurante de comida crioula, The Court of Two Sisters.

Dia 8 – Era dia de voltar para estrada, mas agora seguiríamos para oeste, em direção a Houston. Foi a maior distância que percorremos direto, 560km, em 6h de viagem. Nesse dia não tínhamos nada planejado de atrações, já que não sabíamos que hora iríamos realmente chegar a Houston, de forma que fomos para o Premium Outlet e aproveitamos o resto da tarde e a noite para fazer umas comprinhas.

Dia 9 – Compramos o CityPASS e começamos o dia no Museum of Natural Science, depois fomos para o Children Museum, enquanto meus pais foram para o Museum of Fine Arts.

Houston Chidlren's Museum

Como estava chovendo, tivemos que alterar o roteiro original, já que a ideia era caminhar por Downtown. Acabamos indo para o Downtown Aquarium esperar a chuva passar e almoçamos no restaurante do aquário.

A chuva deu trégua e conseguimos passear pelo centro. Fomos até o JP Morgam Chade Tower e subimos ao Skylobby (gratuito) para uma vista de Houston. Depois caminhamos pela Herman Square, Tranquility Park, City Hall. Foi o que deu para conhecer devido à chuva, mas existem outros pontos em Downtown: Discovery Green, Houston Center.

Downtown Houston JP Morgan Chase Tower

Dia 10 – Fomos conhecer o centro espacial da NASA, o Jonhson Space Center, e depois esticamos para o Kemah Boardwalk.

Kemah Boadwalk

Dia 11 – Voltamos para a estrada, agora tendo como destino Dallas (384Km, em 4 horas de viagem).

Chegamos a Dallas ainda antes do almoço e fomos para Downtown. A primeira parada foi a Reunion Tower. Depois caminhamos até Dealey Plaza, mas não chegamos a conhecer o The Sixth Floor Museum porque tínhamos o jogo da NFL no AT&T Stadium e seguimos para lá. Experiência incrível, por sinal.

Reunion Tower Dallas

Dia 12 – De manhã fomos para Fort Worth e conhecemos o Stockyard, que fica a 55km de Dallas.

A tarde foi destinada a compras no Outlet.

Fort worth stockyard

Dia 13 – De manhã, levamos as crianças ao LEGOLAND Discovery Center; e de tarde fomos curtir o Six Flags Over Texas.

Six Flags Over Texas Dallas

Dia 14 – Pegamos o voo da Southwest de Dallas para Chicago pela manhã.

Fechamos com a GOAIR o shuttle do aeroporto (Midway) para nosso hotel. Depois do check-in, fomos almoçar no Rainforest Cafe, que ficava próximo, já que estava um dia chuvoso e muito frio. Acabamos não conseguindo cumprir o roteiro nesse dia, que era caminhar por Downtown. Apenas seguimos para o Navy Pier de noite, véspera de natal, com o intuito de jantar, mas estava tudo fechado. Voltamos caminhando e encontramos um restaurante italiano que foi onde tivemos nossa ceia de natal.

Navy Pier Chicago

Dia 15 – Era Natal e poucas atrações estavam abertas. Seguimos bem cedo para o 360Chicago para ter a vista da cidade de dia. A ideia era passear pelo Water Tower Place e almoçar no Cheesecake Factory, mas estava tudo fechado.

Seguimos para o Lincoln Park Zoo, demos uma volta e resolvemos fazer o roteiro do dia anterior que foi prejudicado pelo clima. Fomos para o Millennium Park, tiramos fotos no The Bean, Crown Fountain, BP Pedestrian Bridge, Jay Pritzker Pavillion.

Cloud Gate Millennium Park Chicago

Antes de escurecer, fomos para o Skydeck com a ideia de chegar ao topo do prédio ainda de dia e ver a cidade se iluminar para a noite. Mas estava muito cheio e não deu certo. Só tivemos a vista noturna (não recomendo, mas depois explico).

Dia 16 – O dia praticamente todo foi dedicado ao Museum of Science and Industry.

Museum of Science and Industry Chicago

À noite, fomos para o Navy Pier, que não conseguimos conhecer por estar fechado no dia 24 de dezembro. A ideia era jantar no Bubba Gump e depois conhecer o local, mas houve um problema entre a polícia e alguns grupos de jovens que frequentavam o píer e acabamos indo embora fugindo da confusão.

Dia 17 – Começamos o dia no Adler Planetarium.

Adler Planetarium Chicago

Almoçamos com show de Blues no Buddy Guy’s Legends.

De tarde, passeamos pela Magneficente Mile.

À noite seguimos para o Jogo da NBA no United Center (Chicago Bulls contra New Orleans Pelicans)

United Center Chicago Bulls

Dia 18 – Dividimos o dia entre o Shedd Aquarium e o The Field Museum.

Jantamos a tradicional Deep Pizza no Gino’s East.

Dia 19 – Retornamos para o Brasil. 😦

Veja também:

– Como se locomover em Chicago

– Dicas de Hospedagem em Chicago

– Sugestões de restaurantes em Chicago


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Nashville – o que conhecer na Music City

Nashville foi uma grata surpresa na nossa viagem. Nós optamos por parar na cidade porque eu andava acompanhando uma série de TV que tem o mesmo nome e se passa no mundo da música country. Meu marido também gosta muito desse estilo de música. Sendo assim, bateu uma curiosidade de conhecer um pouquinho sobre a cidade, mas acabei deixando apenas um dia no roteiro e me arrependi. Sem dúvida, Nashville vale mais que isso, no mínimo uns dois dias. Para quem gosta de música country, não tem como não curtir a cidade; mesmo quem não tem uma queda pelo estilo musical, vai se encantar e aprender um pouquinho mais sobre esse ritmo que os americanos adoram.

Vamos falar de várias opções turísticas que Nashville oferece para o viajante, algumas nós fizemos, outras não tivemos tempo e deixamos para uma próxima visita, mas que ficam como sugestão para quem está visitando a cidade.

Nashville é a capital do estado do Tennessee, sendo fundada em 1779 com o nome de Fort Nashborough, em homenagem a um soldado da Guerra de Independência chamado Francis Nash. É apelidada tanto de Music City (a Cidade da Música), quanto de Atenas do Sul. O primeiro, em referência ao fato de ser um importante centro da indústria discográfica; o segundo, pelo seu grande número de instituições de ensino, pelo alto nível de instrução da população e por sua arquitetura clássica.

1. Centennial Park e The Parthenon

O Centennial Park é um parque que fazia parte de uma grande fazenda comprada em 1783. Foi a sede do Centennial Exposition que celebrou os 100 anos do estado do Tennessee. Hoje o Centennial Park é um parque urbano onde se encontra o The Parthenon, além de outros centros de arte, galerias, playgrounds, pistas de corrida/caminhada, e uma extensa área verde aproveitada para prática de esportes. Durante o ano, é onde ocorrem festivais e eventos culturais.

Leia mais sobre nossa visita ao Centennial Park e Parthenon.

Atrações de Nashville

Centennial Park e Parthenon

2. Country Music Hall of Fame and Museum

Um ponto imperdível da cidade é o Country Music Hall of Fame and Museum. É impossível não ver o prédio que traz dois andares de exposições contando toda a história da música country. Existe um tour que sai do museu para o histórico Studio B, o mais antigo estúdio de gravação em Nashville e um dos mais famosos do mundo. 

Falamos aqui os detalhes da nossa visita ao Country Music Hall of Fame and Museum.

3. Broadway Street

Essa é a rua dos bares e restaurantes de Nashville, todos com suas apresentações ao vivo de música country. Nós saímos do museu e fomos caminhar por lá. Para quem está acompanhado de crianças, tem que conhecer a rua cedo, pois no restaurante em que jantamos nos foi informado que as crianças só eram permitidas no local até às 22h.

Broadway street Nashville

Broadway Street

A rua é bem animada e iluminada com o neon das fachadas dos bares durante a noite. 

Broadway street Nashville à noite

Resolvemos jantar em um dos restaurantes da Broadway Street e escolhemos o Rippy’s, que conhecemos através das dicas do blog Colagem, da Luciana Misura.

O Rippy’s possui vários ambientes, cada um com um artista, ou grupo, tocando música country.

Restaurante Rippy's Broadway street Nashville

Rippy’s

Como ainda era cedo, o local não estava cheio. A comida era gostosa, mas apimentada. Meu Smoked Chicken veio quase impossível de comer de tanta pimenta. Ainda bem que as onion rings estavam deliciosas.

Smoked Chicken Restaurante Rippy's Broadway street Nashville

Smoked Pulled Chicken

O cardápio tem menu infantil com as opções de chicken fingers, cheeseburger, corn dog, entre outros.

Prato infantil no Rippy's Nashville

Menu Infantil – Corn Dog (enrolado de salsicha)

As tradicionais Barbecue Ribs (Rippy’s Signature Ribs), as costelas de porco, fazem sucesso no restaurante, mas o destaque mesmo ficava para as apresentações dos cantores.

Rippy's Signature Ribs costelas do Rippy's Broadway Street Nashville

Diferença da meia porção para a porção inteira do Rippy’s Signature Ribs (costelas)

música country ao vivo Restaurante Rippy's Broadway street Nashville música country ao vivo Restaurante Rippy's Broadway street Nashville música country ao vivo Restaurante Rippy's Broadway street Nashville

4. Ryman Auditorium

Chegamos a ir até a entrada do Ryman Auditorium, mas, pelo horário, teríamos que optar entre fazer o tour pelo seu interior ou conhecer o Country Music Museum. Acabamos optando pelo museu, mas deixo aqui mais essa sugestão para quem visita Nashville.

O Rymam Auditorium foi construído em 1892 em estilo gótico vitoriano. Foi a casa do Grand Ole Opry de 1943 a 1974, é considerado o epicentro da Music City Nashville e conhecido como o Carnegie Hall do Sul.

Ryman auditorium Nashville

É possível fazer um tour guiado pelos bastidores do auditório, passando pelos camarins de estrelas musicais do passado, como Minnie Pearl e Hank Williams, e pelo palco onde já se apresentaram Elvis Presley e James Brown. O tour tem duração de 30 a 45 minutos, incluindo a exibição de um vídeo de 10 minutos.

Ryman auditorium Nashville

Localização: 116 Fifth Avenue North, Nashville, TN 37219

Horário de funcionamento: diariamente das 9h às 16h.

Valores: o tour self-guided (que a pessoa explora por conta própria) custa 15U$ para adultos e 10U$ para crianças (4-11 anos); o tour guiado pelos bastidores custa 20U$ adultos e 15U$ crianças (4-11 anos).

5. Belle Meade Plantation

Visitamos a Belle Meade Plantation (dica do Blog Mauoscar) quando já estávamos na estrada rumo a Memphis. E ainda bem que não a deixamos de fora. Belle Meade significa Beautiful Meadow, ou seja, Belo Campo. A fazenda foi fundada em 1807 por John Harding, que comprou um pequeno rancho de madeira de não mais que 100 hectares e o transformou em uma das maiores fazendas criadoras de cavalos puro-sangue campeões de corridas do sul dos EUA, atingindo mais de 2.100 hectares.

Para saber mais sobre nosso tour pela Belle Meade Plantation.

Mansão da Belle Meade Plantation Nashville

Por isso que disse no início do post que Nashville merece mais tempo de visita. São várias atrações que não devem ficar de fora. Alguns pontos interessantes na cidade nós só ficamos sabendo quando já estávamos lá, ao pegarmos alguns folders (daqueles que ficam no lobby dos hotéis). Como não esperávamos o que acabamos encontrando na Music City, deixamos de conhecer muita coisa legal, mas coloco aqui algumas outras opções que podem interessar a quem está planejando sua viagem a Nashville.

6. Johnny Cash Museum

Outra atração muito procurada em Nashville é o Johnny Cash Museum. Traz uma exposição de vestuários do cantor, instrumentos musicais, letras de músicas, cartas pessoais, artefatos de membros da sua família e de seus amigos íntimos, além da história de Johnny e June, incluindo os móveis e objetos pessoais do casal.

Foto por Daniel Zemans,  Licença Creative Commons Attribution 2.0

Foto: Daniel Zemans (Licença Creative Commons Attribution 2.0)

Localização: 119 Third Avenue South, Nashville, TN 37201

Horário de funcionamento: diariamente das 10h às 19h

Ingresso custa 15U$ adultos e 11U$ crianças de 6 a 15 anos (menores de 5 anos, gratuito).

7. Grand Ole Opry

 O Grand Ole Opry foi mais um que deixamos para outra oportunidade. É o mais antigo programa de rádio, sendo ainda transmito ao vivo até os dias atuais. O que era inicialmente um simples show de rádio em 1925, hoje é um grande fenômeno de entretenimento musical com apresentações regulares de artistas, desde as promessas ao estrelato até as grandes estrelas e lendas da música. Sua sede já foi o Ryman Auditorium durante 31 anos, conforme falado acima. Atualmente, está localizado em Opryland, cerca de 18 minutos do centro de Nashville. É possível participar de shows ao vivo na plateia, que ocorrem às 19h nas sextas e sábados (de março a dezembro, também com apresentações nas terças-feiras; e de junho a agosto, também nas quartas). A programação pode variar e para saber os valores dos ingressos, as datas certinhas e as atrações musicais é bom visitar o calendário no site oficial.

É possível também fazer um tour pelos bastidores. Existem três opções de tour: o tour diário com um vídeo narrado por Blake Shelton; o tour VIP, que visita os bastidores momentos antes dos horários dos shows; e o tour após o show, onde se pode acompanhar o que ocorre por trás das cortinas depois que o show termina.

Créditos: Ron Cogswell (Licença Creative Commons Attribution 2.0)

Créditos: Ron Cogswell (Licença Creative Commons Attribution 2.0)

Localização: 2804 Opryland Drive, Nashville, TN 37214

8. Riverfront Park

É o parque que margeia o rio Cumberland. Fica em Downtown. Nele, encontramos o LP Field, estádio de futebol americano sede dos Titans (do outro lado do rio), e o Fort Nashborough, comentado abaixo.

Nosso hotel ficava pertinho do LP Field, e falamos sobre nossa hospedagem no post Onde ficar em Nashville.

Créditos: Andy Gasparini (Lincença Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.0 Generic)

Créditos: Andy Gasparini (Lincença Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.0 Generic)

9. Fort Nashborough

O forte foi construído em 1780, quando James Robertson fundou Nashville, e servia de abrigo para as primeiras famílias da região até o fim dos ataques indígenas em 1792.

Créditos: Maureen (Licença Creative Commons Attribution 2.0 Generic)

Créditos: Maureen (Licença Creative Commons Attribution 2.0 Generic)

Horário: tours self-guided das 9h às 16h diariamente

Ingressos: gratuito

Localização: Riverfront Park, em Downtown.

10. Bicentennial Capitol Mall State Park e Tennessee State Capitol

Esse parque de 7 hectares no Centro de Nashville parece (parece, porque não fomos, mas pelo que vimos rapidamente, parece…) ser um ótimo lugar para um passeio na cidade. Nele, são encontrados alguns monumentos, como o World War II Memorial e o Centennial Memorial. Outros pontos de destaque do parque são: Court of tree stars (feita de granito vermelho, azul e branco, cada estrela representa a divisão do estado do Tennessee em Leste, Central e Oeste); 95-Bell Carillon (que representa o povo do Tennessee e seus 95 condados); Pathway of History (pilares de granito que contam eventos históricos dos últimos dois séculos); Rivers of Tennessee Fountains (com 31 fontes verticais); Tennessee Amphitheatre (com 2000 lugares e de onde se tem uma vista da Skyline de Nashville). No Walkway of Counties estão espécies de plantas nativas de diferentes regiões do estado do Tennessee. O parque conta com um Centro de Visitantes, banheiros e mesas de piquenique. Ao longo das 6th e 7th Avenue é possível estacionar.

Créditos:  Stephen Yeargin (Licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.0 Generic)

Créditos: Stephen Yeargin (Licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.0 Generic)

Créditos:  Stephen Yeargin (Licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.0 Generic)

Créditos: Stephen Yeargin (Licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.0 Generic)

Créditos:  Stephen Yeargin (Licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.0 Generic)

Créditos: Stephen Yeargin (Licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.0 Generic)

Ao lado do Bicentennial Capitol Mall State Park, está o Tennesse State Capitol (de 1859). É possível realizar tours guiados pelo interior do Capitol (de segunda a sexta, às 9h, 10h, 11h, 12h, 13h, 14h e 15h). O tour é gratuito.

Créditos:  Brent Moore (Licença Creative Commons Attribution 2.0 Generic)

Créditos: Brent Moore (Licença Creative Commons Attribution 2.0 Generic)

11. The Hermitage

A casa do presidente Andrew Jackson oferece tours diários das 9h às 16h (de Outubro a Março) e das 8:30 às 17h (de Abril a Outubro). Mais informações, no site oficial.

Créditos:  Jim Bowen (Licença Creative Commons Attribution 2.0 Generic)

Créditos: Jim Bowen (Licença Creative Commons Attribution 2.0 Generic)

Ainda poderia ficar aqui citando outras atrações em Nashville (as quais já não nos interessaram tanto), como o Tennessee State Museum, o Musician’s Hall of Fame and Museum, o Frist Center for the Visual Arts, e os tours pelas casas das estrelas da música country, mas acho que já deu para ter uma ideia de que entretenimento não falta na Music City e que vale a pena deixar uns bons diazinhos para conhecer Nashville com calma. Nós ficamos com gosto de quero mais e, sem dúvida, voltaremos para explorar melhor a cidade.

O nosso roteiro completo dessa viagem de norte a sul dos EUA.


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