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Roteiro – Viajando de carro de norte a sul dos EUA (Indianápolis, Nashville, Memphis, New Orleans, Houston, Dallas, Chicago)

Nossa viagem começava e terminava em Chicago, com um intervalo de 18 dias entre os voos de ida e volta, de forma que a ideia era pegar o carro e sair rodando nesse período. Não havia 100% de certeza do que conseguiríamos realmente fazer, devido ao período de inverno, e tínhamos apenas um roteiro preliminar para orientar. Reservei alguns hotéis com cancelamento gratuito e deixei algumas noites em aberto para reservar de acordo com a cidade que conseguíssemos chegar para dormir. Não compramos praticamente nenhuma atração antecipada, exceto os jogos de futebol americano em Dallas e o de basquete em Chicago. Também comprei logo nossa passagem no trecho doméstico, de Dallas para Chicago, com a Southwest.

Voando Southwest, Roadtrip norte a sul dos EUA, roteiro

Então, tudo que realmente sabia era que tínhamos que estar em Dallas no dia 24 de dezembro para pegar o voo de volta para Chicago. Fora isso… fomos pegando a estrada. E no fim saiu tudo quase perfeitamente conforme o planejado, isso porque não pegamos neve, nem tivemos qualquer grande imprevisto durante a viagem. Vou fazer um relato geral passando o roteiro (o teórico e o da prática) e depois farei posts específicos de cada cidade. Vamos lá!

Dia 1 – Saímos de São Paulo rumo a Chicago com conexão em Detroit pela Delta Airlines. Gostamos da companhia aérea, mas a comida deixou a desejar. Os assentos tinham telas individuais no trecho SP-Detroit e entregavam kits com fones de ouvido, tapa-olho e tampão de ouvidos.

A conexão em Detroit foi tranquila, passamos pela imigração rapidamente, sem muita fila. O fuso horário era de 3 horas a menos em relação a Brasília.

O voo para Chicago é bem rápido, apenas 40 minutos, mas o fuso é diferente de Detroit, diminuindo mais 1 hora, totalizando agora 4 horas de diferença de Brasília. Nesse voo não teve nenhum serviço de bordo.

No aeroporto de Chicago (O’Lare), pegamos o shuttle para a locadora de veículos. Passam ônibus regularmente das diferentes empresas. Em 5 minutos estávamos na Alamo e a temperatura já era de doer, -6ºC.

Pegamos direto a estrada para Indianapolis e, na saída de Chicago, já percebemos que o trânsito era complicadíssimo ali.

Foram 300Km até Indianápolis por estradas em ótimo estado de conservação, com vários e bons pontos de parada (as Rest Areas, que possuem banheiros e máquinas de bebidas e lanches, além dos postos de gasolina e dos fast foods).

A ideia inicial era passar em algumas lojas quando chegássemos a Indianápolis com objetivo de comprar o que precisávamos para enfrentar o frio. A cidade conta com várias opções de compras como Target, Burlington Coat Factory, entre outras. Mas acabamos indo apenas em busca de algumas coisas básicas no Walmart próximo ao hotel e retornamos para descansar da viagem, até porque perdemos 1 h de fuso horário, de novo.

Dia 2 – Começamos logo acalmando os ânimos das crianças e fomos ao Children Museum of Indianapolis, considerado o maior museu da criança do mundo. Realmente é enorme e muito divertido. Nosso almoço foi no próprio museu, que conta com uma praça de alimentação com opções de lanche como pizza, cachorro-quente, hambúrguer.

Museu da criança de Indinanápolis

Já no fim da tarde, seguimos para o Indianapolis Museum of Art, que fica próximo ao museu da criança. A entrada é gratuita.

Prédio do Museu de Arte de Indianápolis

Agora, sim, seguimos para algumas compras e depois jantamos num Red Lobster.

Dia 3 – Seguimos para Downtown a fim de conhecer mais de Indianapolis. Estacionamos o carro em frente ao World War Memorial, na própria rua, que tem parquímetros. Deve-se ficar atento ao tempo do parquímetro porque os policiais ficam passando regularmente, multam e recolhem o carro com guincho (quase aconteceu conosco).

Memorial da Guerra Mundial em Indianápolis

Passeamos pelo Veterans Memorial Plaza e pelo Soldiers and Sailors Monument (que tem um nível de observação).

Vimos a Christ Church Cathedral, fomos caminhando até o Canal Walk e o White River State Park e retornamos para o Circle Center, um shopping, onde almoçamos no Johnny Rockets.

Por volta de 14h, seguimos para o Indianapolis Motor Speedway para dar um volta na pista oval e conhecer o Hall of Fame.

Hall of Fame do Indianapolis Motor Speedway

Tínhamos alguns pontos extras (parques) para visitar caso desse tempo, mas acabamos não indo: Fort Harrison State Park, Lilly Recreation Park, Garfield Park.

Dia 4 – Seguimos para Nashville. Foram 460km e cerca de 4h e meia de viagem. Deslocamento bem tranquilo. Passamos por Louisville no caminho, a cidade mais populosa do estado do Kentucky.

Chegamos a Nashville no horário do almoço e descobrimos que ganhamos 1 hora, já que o fuso horário mudava (mais uma vez) em relação a Indianápolis (voltávamos ao fuso de Chicago, 4 horas a menos que o Brasil). Fomos direto para o Centennial Park, onde almoçamos enquanto esperávamos o Parthenon abrir. Pela região existem algumas opções de fast food (McDonalds, Wendy’s, Chilli’s, TacoBells, Five Guys)

Parthenon no Centennial Park em Nashville

Depois de visitado o Parthenon, seguimos para o hotel que ficava em Downtown, deixamos as bagagens e fomos caminhar pelo centro. A ideia era fazer o tour pelo interior do lendário Ryman Auditorium, mas o tempo já estava apertado e, se fizéssemos o tour, poderíamos não conseguir pegar o Country Music Hall and Fame Museum aberto. Tínhamos que optar e escolhemos o museu.

Prédio Country Music Hall of Fame and Museum Nashville

Saindo do museu, fomos caminhar pela Broadway Street, que é repleta de bares e restaurantes com música country ao vivo. Optamos pelo Rippy’s, que tem vários ambientes, cada um com alguma apresentação musical. 

Broadway street Nashville

Como queríamos conhecer Graceland, a casa do Elvis Presley em Memphis, ficamos apenas 1 dia em Nashville, e digo que é muito pouco. A cidade vale, no mínimo, mais 1 dia, que dê para conhecer melhor o Ryman Auditorium e assistir a uma apresentação no Opry, entre várias outras opções que Nashville oferece.

Dia 5 – Antes de seguir para Memphis, não podíamos deixar de conhecer a Belle Meade Plantation. Ficava no caminho, então paramos lá antes de seguir viagem. Fizemos o tour pela mansão, conhecemos as instalações da fazenda e por volta das 11h estávamos pegando a estrada novamente.

Mansão Belle Meade Plantation Nashville

A viagem para Memphis levou pouco mais de 3 horas (341km), de forma que chegamos a Graceland por volta das 14h, tempo suficiente para conhecer a casa do Elvis. Optamos pelo tour apenas pela mansão.

Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Ainda eram 16h quando acabamos o passeio e tínhamos a opção de permanecer em Memphis e conhecer a Beale Street, ou seguíamos pela estrada até onde conseguíssemos, de forma a ficarmos mais próximo de New Orleans, onde queríamos conhecer várias atrações. Acabamos optando pela estrada, já que quanto mais cedo chegássemos a New Orleans, melhor seria. Dessa forma, dormimos em Jackson.

Dia 6 –  Saímos de Jackson cedo, tendo conhecido a cidade apenas de carro, e seguimos para New Orleans. Como chegamos ainda de manhã, mudamos o roteiro original e fomos direto ao Mardi Gras World. Acredito que o ideal era ter seguido direto para as Plantations, que já ficavam no caminho e ganhava-se tempo de deslocamento, mas só pensei isso no dia seguinte quando estávamos nos deslocando para as Plantations e retornando um bom trecho da estrada que havíamos rodado na chegada. 

Entrada do Mardi gras world tour

Depois do Mardi Gras World, fomos para o hotel e conseguimos fazer um Early Check-In. Deixadas as bagagens, era hora de bater perna no French Quarter. Almoçamos no Hard Rock Cafe, apesar de que nosso plano inicial era almoçar no restaurante Galatoire’s, mas estava muito cheio.

Conhecemos toda a região do French Quarter, a Jackson Square, a orla do rio Mississippi, a St Louis Cathedral, o French Market, a famosa Bourbon Street. Experimentamos os Beignets no Cafe Du Monde e jantamos no Bubba Gump enquanto esperávamos a hora (20h) da apresentação de Jazz no Preservation Hall, que permite a entrada de crianças.

Jackson Square French Quarter New Orleans

Dia 7 – Esse foi o dia de conhecer as Plantations (acabamos indo apenas a Oak Alley Plantation) e fizemos o passeio pelo Pântano da Louisiana.

Mansão de Oak Alley Plantation

De tarde, pegamos o Street Car em direção ao Garden District e passeamos pelo bairro e pelo Audubon Park.

Voltamos para o French Quarter e jantamos no tradicional restaurante de comida crioula, The Court of Two Sisters.

Dia 8 – Era dia de voltar para estrada, mas agora seguiríamos para oeste, em direção a Houston. Foi a maior distância que percorremos direto, 560km, em 6h de viagem. Nesse dia não tínhamos nada planejado de atrações, já que não sabíamos que hora iríamos realmente chegar a Houston, de forma que fomos para o Premium Outlet e aproveitamos o resto da tarde e a noite para fazer umas comprinhas.

Dia 9 – Compramos o CityPASS e começamos o dia no Museum of Natural Science, depois fomos para o Children Museum, enquanto meus pais foram para o Museum of Fine Arts.

Houston Chidlren's Museum

Como estava chovendo, tivemos que alterar o roteiro original, já que a ideia era caminhar por Downtown. Acabamos indo para o Downtown Aquarium esperar a chuva passar e almoçamos no restaurante do aquário.

A chuva deu trégua e conseguimos passear pelo centro. Fomos até o JP Morgam Chade Tower e subimos ao Skylobby (gratuito) para uma vista de Houston. Depois caminhamos pela Herman Square, Tranquility Park, City Hall. Foi o que deu para conhecer devido à chuva, mas existem outros pontos em Downtown: Discovery Green, Houston Center.

Downtown Houston JP Morgan Chase Tower

Dia 10 – Fomos conhecer o centro espacial da NASA, o Jonhson Space Center, e depois esticamos para o Kemah Boardwalk.

Kemah Boadwalk

Dia 11 – Voltamos para a estrada, agora tendo como destino Dallas (384Km, em 4 horas de viagem).

Chegamos a Dallas ainda antes do almoço e fomos para Downtown. A primeira parada foi a Reunion Tower. Depois caminhamos até Dealey Plaza, mas não chegamos a conhecer o The Sixth Floor Museum porque tínhamos o jogo da NFL no AT&T Stadium e seguimos para lá. Experiência incrível, por sinal.

Reunion Tower Dallas

Dia 12 – De manhã fomos para Fort Worth e conhecemos o Stockyard, que fica a 55km de Dallas.

A tarde foi destinada a compras no Outlet.

Fort worth stockyard

Dia 13 – De manhã, levamos as crianças ao LEGOLAND Discovery Center; e de tarde fomos curtir o Six Flags Over Texas.

Six Flags Over Texas Dallas

Dia 14 – Pegamos o voo da Southwest de Dallas para Chicago pela manhã.

Fechamos com a GOAIR o shuttle do aeroporto (Midway) para nosso hotel. Depois do check-in, fomos almoçar no Rainforest Cafe, que ficava próximo, já que estava um dia chuvoso e muito frio. Acabamos não conseguindo cumprir o roteiro nesse dia, que era caminhar por Downtown. Apenas seguimos para o Navy Pier de noite, véspera de natal, com o intuito de jantar, mas estava tudo fechado. Voltamos caminhando e encontramos um restaurante italiano que foi onde tivemos nossa ceia de natal.

Navy Pier Chicago

Dia 15 – Era Natal e poucas atrações estavam abertas. Seguimos bem cedo para o 360Chicago para ter a vista da cidade de dia. A ideia era passear pelo Water Tower Place e almoçar no Cheesecake Factory, mas estava tudo fechado.

Seguimos para o Lincoln Park Zoo, demos uma volta e resolvemos fazer o roteiro do dia anterior que foi prejudicado pelo clima. Fomos para o Millennium Park, tiramos fotos no The Bean, Crown Fountain, BP Pedestrian Bridge, Jay Pritzker Pavillion.

Cloud Gate Millennium Park Chicago

Antes de escurecer, fomos para o Skydeck com a ideia de chegar ao topo do prédio ainda de dia e ver a cidade se iluminar para a noite. Mas estava muito cheio e não deu certo. Só tivemos a vista noturna (não recomendo, mas depois explico).

Dia 16 – O dia praticamente todo foi dedicado ao Museum of Science and Industry.

Museum of Science and Industry Chicago

À noite, fomos para o Navy Pier, que não conseguimos conhecer por estar fechado no dia 24 de dezembro. A ideia era jantar no Bubba Gump e depois conhecer o local, mas houve um problema entre a polícia e alguns grupos de jovens que frequentavam o píer e acabamos indo embora fugindo da confusão.

Dia 17 – Começamos o dia no Adler Planetarium.

Adler Planetarium Chicago

Almoçamos com show de Blues no Buddy Guy’s Legends.

De tarde, passeamos pela Magneficente Mile.

À noite seguimos para o Jogo da NBA no United Center (Chicago Bulls contra New Orleans Pelicans)

United Center Chicago Bulls

Dia 18 – Dividimos o dia entre o Shedd Aquarium e o The Field Museum.

Jantamos a tradicional Deep Pizza no Gino’s East.

Dia 19 – Retornamos para o Brasil. 😦

Veja também:

– Como se locomover em Chicago

– Dicas de Hospedagem em Chicago

– Sugestões de restaurantes em Chicago


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Memphis – conhecendo Graceland, a casa do Elvis Presley

Nós seguimos de Nashville para Memphis, numa parada exclusivamente para conhecer Graceland, a mansão do Rei do Rock Elvis Presley. O estacionamento é pago e fica do outro lado da casa propriamente dita. Acontece que aquilo virou um verdadeiro complexo de Elvis Presley, ou melhor, uma máquina de ganhar dinheiro às custas do nome do cantor. Ali eu realmente acreditei na história de que “Elvis não morreu”. E não morreu mesmo, porque continua ganhando rios de dinheiro, já que os ingressos são beeeem carinhos.

Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Depois que estacionamos o carro, nos direcionamos para o Centro de Visitantes, onde há bilheteria, banheiros, lanchonete e várias lojas. Nessa área, também se encontram os dois aviões do Elvis e o museu do automóvel com os seus carros. Isso mesmo, dois aviões, os quais estão lá expostos para o público visitar.

Aviões de Elvis em Graceland Memphis Lojinha de souvenirs de Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Existem várias opções de ingressos, dependendo do que você deseja visitar e das demais exibições disponíveis. Nós optamos apenas pela mansão, por Graceland propriamente dita, já que estávamos no fim do dia (e também, vamos confessar, porque os valores eram muito salgados). Podemos dizer, mesmo sem conhecer o restante, que ficamos muito satisfeitos apenas com o tour pela mansão. Foi mais que suficiente, principalmente quando se está viajando com crianças. A efeito de informação, vou deixar os valores de todos os combos ao final.

Comprados os ingressos, embarcamos num micro-ônibus. No horário em que fomos, quase 15h, estava bem vazio e sem filas, e foi super tranquilo. Mas quem quer visitar todas as atrações, precisaria de mais tempo para não fazer com pressa. Apesar da bilheteria fechar às 16h, a visitação continua até mais tarde para quem já está com ingresso comprado.

Graceland Memphis Casa Elvis Presley

São entregues tablets e fones de ouvido para cada pagante (como as crianças menores de 6 anos não pagam, não recebem o tablet. Isso foi um pouco ruim porque os meninos ficavam curiosos querendo saber o que estávamos ouvindo, e acabou que meu marido deixou o dele com as crianças e não acompanhou bem o audio tour).

Viajando com crianças em Graceland Memphis

Os meninos acabavam disputando o fone de ouvido do audio tour do pai

É através do tablet que acompanhamos a visita pela mansão, já que todas as informações e curiosidades são relatadas em cada cômodo que passamos. É bem legal! E ainda são apresentados alguns vídeos e fotos extras. O áudio está disponível em português. É só escolher logo no início da apresentação, onde aparecem as bandeiras dos países. Não tinha uma bandeira do Brasil, e sim de Portugal, apesar do português falado ser o bem brasileiro.

Tablet e fone do audio tour em Graceland Memphis

Tablet e fone do audio tour

mídia do audio tour em Graceland

Mídia do audio tour

O ônibus atravessa a rua e entra pelo portão de Graceland, passando pelo jardim e indo até a frente da mansão, onde desembarcamos. Claro que a foto na frente da casa é imperdível, mas deixamos a nossa para o final do passeio e foi bom porque não tinha ninguém para atrapalhar o click.

Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Graceland

Ao entrar na casa, você pode seguir o seu próprio ritmo, ouvindo as informações no áudio do tablet por cada cômodo que passa. Entretanto, na prática, não é bem isso que ocorre. Acaba que o espaço lá dentro é bem pequeno e apertado (pros padrões de hoje, a casa não tem nada de mansão), e, apesar de entrarem poucas pessoas por vez, fica tumultuado. E olha que, como já falei, fomos num horário que não havia muitas pessoas. Como cada um vai fazendo o passeio por conta própria, alguns vão mais rápido, muitas vezes sequer ouvindo tudo do audio tour, outros mais lento, assistindo também aos outros vídeos extras da apresentação multimídia. Com as cordas delimitando os cômodos, temos pouco espaço para observar e tirar fotos. Acaba ficando também uma certa pressão das pessoas que estão atrás aguardando para ver aquele mesmo cômodo.

Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Frente da mansão

Graceland foi comprada por Elvis em 1957 e manteve seu nome, que era uma homenagem a filha, Grace, do primeiro proprietário da então fazenda.

O primeiro cômodo da casa é a sala de estar, lugar onde Elvis recebia seus convidados. Ao fundo, está o piano do cantor.

Sala de estar da casa de Elvis Presley, Graceland, Memphis

Sala de Estar com o piano ao fundo (que a árvore de natal cobriu quase todo)

Seguindo por um curto corredor, ao lado da escada, está o quarto dos pais de Elvis.

Quarto dos pais do Elvis em Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Quarto dos pais do Elvis

O andar superior não é aberto à visitação, sendo de acesso restrito da família. Logo, não vimos o quarto do Elvis.

escada de Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Escada para o segundo andar que não é aberto ao público

Em frente da sala de estar fica a sala de jantar, refinada e elegante, com um belo lustre sobre a mesa. #apaixonadaporlustres

Sala de Jantar de Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Sala de Jantar

Sala de Jantar Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Detalhes da Sala de Jantar

Seguimos, então, para a cozinha, que, segundo a narração do áudio, era um local sempre bem movimentado da casa.

Cozinha de Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Cozinha do Elvis

Descemos para o subsolo, onde se encontra uma sala de jogos, bem extravagante, cujas paredes são todas cobertas por tecido plissado; e uma sala de TV, espelhada e super moderna para a época.

Sala de jogos de Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Detalhe das paredes cobertas de tecido na sala de jogos

Sala de TV Graceland Casa Elvis Presley

Sala de TV

Quando retornamos para o andar superior, passamos pelo cômodo mais diferente e original de Graceland, a Jungle Room. Foi nessa sala, inclusive, que alguns dos sucessos do Elvis foram gravados.

Jungle Room Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Famosa Jungle Room de Graceland

Saímos para o quintal, passando pela garagem e por um escritório que ficava nos fundos da casa. Nesse escritório estão expostos alguns artigos e uma televisão, que transmite, continuamente, uma entrevista do cantor depois de ter voltado do Serviço Militar na Europa.

Quintal e garagem Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Quintal e garagem

Escritório Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Escritório

No quintal temos o estábulo e uma ampla área gramada onde ficam os cavalos. A informação é que a propriedade ainda possui cavalos, mas, quando fomos, nenhum estava na área externa (era inverno).

Quintal e estábulo Graceland Casa Elvis Presley

Estábulo no quintal da casa. Não tinha cavalinho no dia, mas estava frio.

Fundos de Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Fundos de Graceland

Seguimos para um anexo chamado Trophy Building, a Casa dos Troféus, que é como um Hall of Fame de Elvis Presley. A história de Elvis é contada nesse momento, o início de sua carreira, seu casamento, o nascimento de sua filha, os filmes de Hollywood, seus maiores sucessos… Encontramos roupas usadas por Elvis, o vestido de casamento da Priscilla Presley, troféus e prêmios recebidos pelo Rei do Rock e diversos outros artigos expostos, além de fotos e vídeos.

Exoosição de Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Casa dos Troféus Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Casa dos Troféus, um prédio anexo de Graceland

Em um corredor, o Hall of Gold, estão os vários discos de ouro/platina/diamante da carreira de Elvis Presley. Por incrível que pareça, passamos mais tempo nesse anexo do que dentro da mansão, pois fomos vendo tudo com mais calma, ouvindo as explicações do áudio do tablet e conhecendo mais sobre a história desse mito. Por exemplo, eu não sabia que Elvis tivera um irmão gêmeo que faleceu no parto.

Hall of Gold Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Hall of Gold

Ainda faltava um anexo para visitar, onde era a Racqueteball e agora é uma sala onde estão as roupas usadas por Elvis em seus shows. Pelas paredes, mais discos de ouro, pôsteres, prêmios diversos, e sei lá mais o que de tanto treco que havia naquelas paredes. Falta espaço para tanta coisa.

Racqueteball Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Antiga Racqueteball de Graceland

Roupas de Elvis em Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Exposição das roupas usadas em show

Graceland em Memphis Casa Elvis Presley

A área externa de Graceland conta ainda com uma piscina na parte lateral da casa.

Piscina de Graceland Memphis Casa Elvis Presley Lateral da casa com a piscina de Graceland Memphis

O último local a ser visitado, mas não menos importante, é o Jardim da Meditação (Meditation Garden). É onde está o túmulo de Elvis Presley, ao lado dos de seus pais e o de sua avó. Ali os fãs podem prestar suas homenagens, fazer orações e, claro, tirar fotos.

Meditation Garden Graceland Memphis Casa Elvis Presley

Meditation Garden

Túmulo do Elvis Presley Graceland Casa Elvis Presley Memphis

Túmulo do Elvis Presley em Graceland

Terminada a visita, pegamos o micro-ônibus de volta para o Centro de Visitantes. Quem tem combo de outros locais para visitar, segue para as demais atrações.

Durante toda a visita por Graceland, inclusive pelo interior da mansão, as fotografias são permitidas, desde que sem flash (por isso algumas fotos ficam bem escuras, ainda mais para quem é amador como nós 😉 ).

Sem dúvida é um lugar imperdível e que mexe com as emoções de muita gente. Não cheguei a ver Elvis cantar (não tenho idade para isso!! 🙂 ), mas foi ótimo conhecer mais sobre a história de um mito como ele. Até as crianças curtiram muito e, não me perguntem como conheciam, ficavam imitando os passos de dança do Elvis pelos corredores. Por aí que vemos como é ser alguém que ultrapassa gerações e deixa sua marca para eternidade. 

MAquete da casa de nascimento de Elvis em Graceland Memphis

Maquete da casa onde Elvis nasceu

Como falamos no início do post, nosso objetivo em Memphis era exclusivamente Graceland, de forma que depois que a visitamos, pegamos a estrada em direção a New Orleans. Podíamos ter dormido em Memphis, mas optamos por ganhar tempo e chegar mais cedo em NOLA no dia seguinte. De qualquer forma, Memphis oferece outros pontos interessantes que podem valer uma visita. Entre eles, podemos citar:

Sun Studios, em Downtown, que oferece um tour guiado para acompanhar um processo de gravação e onde é contada a história de algumas lendas da música que tiveram seu começo nesse estúdio, como Johnny Cash e o próprio Elvis Presley.

Peabody Hotel, que tem a tradicional caminhada dos patos pelo tapete vermelho até a fonte do hotel. Não sei muito qual a graça disso, mas lemos que atrai muitos turistas. Então, quem está em Memphis não custa, talvez, conferir.

Memphis Rock’n’ Soul Museum , o museu do Rock.

Beale Street, onde estão os bares e restaurantes de Memphis com apresentações musicais ao vivo.

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Graceland

Localização do estacionamento: 3717 Elvis Presley Blvd., Memphis, TN 38116

Localização do Centro de Visitantes: 3765 Elvis Presley Blvd., Memphis, TN 38116.

O horário de funcionamento varia de acordo com os meses do ano, sendo importante verificar detalhes no site oficial.

Os ingressos para visitar apenas a mansão (Graceland Mansion Tour), que foi esse que fizemos e relatamos, custam 36U$. Crianças de 7 a 12 anos pagam 16U$, de 13 a 18, 32.40U$, e para menores de 6 anos é gratuito. Para maiores de 62 anos o valor é de 32.40U$.

Os outros combos existentes são os seguintes:

Graceland Platinum Tour, que inclui o museu do automóvel e mais três exibições (Elvis: Live from Vegas; Elvis’ Tupelo; Elvis’ Hawaii: Concerts, Movies and More! Exhibit). Custa 40U$ adultos.

Graceland Platinum Tour + Airplanes Tour, que acrescenta ao combo acima a visita aos dois aviões, Lisa Marie e Hound Dog II Jets. Custa 45U$ adultos.

Para mais informações sobre os tickets, link.

 

Nosso roteiro completo dessa roadtrip de norte a sul dos EUA


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