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Resenha – ESSA GAROTA (THIS GIRL), MÉTRICA 3 (Colleen Hoover)

Resenha Esta Garota Métrica 3 Collen Hoover

Slammed 3 (Métrica 3)

Título: Essa Garota

Título Original: This Girl (Slammed 3)

Autor: Colleen Hoover

Editora: Atria Books

ISBN: 9781476746531

Categoria: Literatura Estrangeira/ Romance / New Adult

Ano de Lançamento: 2013

Páginas: 304 (inglês)

Esta resenha contém SPOILERS dos volumes anteriores da série Slammed (para ler as resenhas, clique: MÉTRICA e POINT OF RETREAT)

Sinopse: Best-seller do New York Times, a série de Colleen Hoover, Métrica, deixou inúmeros leitores de joelhos com um turbilhão de amor, paixão e sofrimento. O amor de Layken e Will conseguiu resistir às mais difíceis situações e os jovens amantes, agora casados, estão começando a se sentir seguros e protegidos em sua união. Apesar de Layken curtir sua nova vida juntos, ela quer saber tudo sobre seu marido, apesar de Will deixar claro que prefere manter as memórias dolorosas no passado onde pertencem. Ainda assim, ele não consegue resistir aos apelos de sua esposa e começa a desvendar o seu lado da história, revelando pela primeira vez seus sentimentos e pensamentos mais íntimos, recontando os momentos bons e ruins, e compartilhando algumas confissões pessoais e chocantes a partir do momento em que se conheceram. Em This Girl, Will conta a história de sua relação complicada do seu ponto de vista. Seu futuro depende de quão bem eles lidarão com o passado nesta parte final da amada série Métrica. Fonte: Amazon (tradução livre)

 “Não me lembro de me sentir assim desde… nunca. Isso é novo. Assustador, emocionante, desesperador. Calmante. Cada emoção que já senti misturada com um desejo intenso de agarrar e segurá-la e nunca mais soltar.”

Essa Garota é a conclusão da trilogia Slammed, trazendo o ponto de vista do Will quanto aos acontecimentos do livro Métrica. Também não aguentei esperar a publicação do livro no Brasil e já engatei a leitura. Normalmente, esse tipo de livro me deixa entediada por já saber o que ocorre na trama como um todo. Porém, isso não aconteceu graças à estratégia usada pela autora para nos trazer essa vivência de Will. Ela intercala fatos do passado com o presente, narrando acontecimentos inéditos ou mesmo que não foram descritos em Métrica como algumas conversas do Will com a Júlia.

O final que havia achado um tanto frustrante em Pausa é compensando em Essa Garota. O livro inicia exatamente onde o anterior parou e temos um pouco da lua de mel de Lake e Will. Todo capítulo é iniciado no tempo presente com momentos apaixonantes do casal. Há um pouco mais de sensualidade e momentos de pura sedução na narrativa, sem ser explícito. O romance é destacado e até uma crise de ciúme infantil ganha espaço. O interessante é ver como o relacionamento de Will e Lake amadureceu, como eles se tornaram companheiros e o quanto se amam.

Em Essa Garota, Will narra sua versão dos fatos: como foi a primeira vez que viu Layken, o que chamou sua atenção nela, como se apaixonou, o quanto sofreu com a separação… Enfim, temos todas as emoções do Will de forma super palpável e é impossível não se envolver e se encantar. Muitas coisas ficam mais claras do que em Métrica. Conseguimos entender melhor as atitudes do Will, suas motivações e seus sentimentos. A narrativa pelo ponto de vista dele ganha um destaque diferente, fica mais emocionante e mais cativante.

Lake aparece mais audaciosa em seus momentos de intimidade com Will, apesar de deixar transparecer sua insegurança em alguns acontecimentos. Com tudo que passou, ela foi obrigada a crescer muito rápido e a assumir responsabilidades, o que fez com que fosse visível as mudanças na personagem. Entretanto, ela fica ofuscada em Essa Garota pelo Will. Ele domina as páginas, a história, o enredo e os corações.

Assim como em Métrica, a poesia e o Slam Poetry têm um papel importante. Foi ótimo ter isso de volta. Alguns poemas são inéditos, outros servem para relembrar, mas todos são emotivos e lindos, principalmente o último (Minha peça final), que fecha perfeitamente toda essa trajetória dos protagonistas com a última peça do quebra-cabeça, a melhor peça que pode existir na vida.

Dos 3 livros, achei Essa Garota o melhor. Traz tudo que gostei em Métrica com um narrador mais carismático e envolvente. Ele dá a impressão de estar lendo um livro totalmente diferente e não o mesmo livro apenas sobre outra visão. E o epílogo dá o desfecho perfeito com toda a essência de Slammed. Apesar de todas as críticas que li a respeito da série, eu gostei muito e recomendo.

“Não consigo dizer o que é certo ou errado quando estou próximo a ela, porque o que há de errado parece tão certo e o que é certo parece tão errado.”

“O universo inteiro apenas continua se movendo, como se nada tivesse acontecido, mesmo quando a vida de uma pessoa é forçada a uma parada completa.”

 
 
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Resenha – PAUSA, SLAMMED/MÉTRICA 2 (Colleen Hoover)

Resenha Pausa Métrica 2 Colleen Hoover

Point of Retreat (Slammed 2) – Métrica 2

Título: Pausa (Métrica 2)

Título Original: Point of Retreat (Slammed 2)

Autor: Colleen Hoover

Editora: Atria Books

ISBN: 9781476715926

Categoria: Literatura Estrangeira/ Romance / New Adult

Ano de Lançamento: 2012

Páginas: 320 (inglês)

Esta resenha contém SPOILERS do volume anterior (para ler a resenha, clique MÉTRICA)

Sinopse: Às vezes, duas pessoas têm que se separar para perceber o quanto elas pertencem uma a outra. Métrica (Slammed 1) nos introduziu Layken e Will, um jovem casal cujo amor venceu dificuldades devastadores para emergir mais forte e mais resistente do que nunca. Agora, enquanto a emocionante história de Layken e Will continua, uma revelação surpreendente e imprevista sobre o passado de Will leva-os a questionar tudo o que eles achavam que sabiam sobre o outro. Com a base de seu relacionamento em risco, eles devem decidir se estão dispostos a lutar por um futuro juntos, ou a voltar para a solidão e mágoa. Até que ponto Will terá que ir para provar a Layken que seu amor por ela vai durar para sempre? Será necessário algo verdadeiramente extraordinário para manter o casal junto, e as decisões que tomam e as respostas que encontram irão mudar não só suas vidas, mas as vidas de todos à sua volta. Fonte: Amazon (tradução livre)

“Quanto mais você escreve, mais fácil fica. Quanto mais a coisa flui, menos uma preocupação. Não é para escola, não é pela pontuação, é apenas para organizar seus pensamentos. Você sabe que eles querem sair.”

Depois de acabar de ler Métrica, precisava, necessitava, clamava desesperadamente pela continuação. Não conseguia imaginar o que ainda haveria para continuar naquela história que parecia já ter tido o desfecho cabível. Mas, ao mesmo tempo, eu queria mais! Por isso, nada de esperar o lançamento no Brasil, tive que caçar PausaPoint of Retreat (Slammed #2) de todo jeito e lê-lo o quanto antes. 

Acho que o mais importante é dizer que ele não me “pegou de jeito” como Métrica fez. O que me apaixonou no primeiro livro foi exatamente o uso das palavras sobre forma de desabafar os sentimentos e o sentido dado a essa forma de expressão pela autora. Senti muita falta disso em Pausa. Não há tanta poesia, nem tanto daquela emoção palpável. Tudo foi mais centrado no relacionamento de Lake e Will, suas dificuldades, seus aprendizados frente à nova realidade de suas vidas, as necessidades de criarem os irmãos adolescentes, seus novos conceitos de família (a autora traz uma família que não está centrada nos laços de sangue e sim nos sentimentos). Se no primeiro livro teve quem reclamasse dos enormes clichês, nesse então é o que não falta. Por mim tudo bem, não ligo mesmo. Mas realmente queria mais do estilo usado no livro Métrica.

Ok, não é que não existam os belos poemas em Pausa (o melhor de todos cito o “Escrever Mal”, que é simplesmente perfeito). Assim como ainda temos o Slam, porém bem timidamente. Por outro lado, a autora se mantém com frases de efeito através das estrelas deixadas pela mãe da Lake, que vem sempre com uma sábia ou bem-humorada citação quando Lake e Will passam por problemas. Mas também há muito dramalhão nesse livro. Pude me deparar com uma Lake infantil e intempestiva, que chegou a irritar profundamente. Algumas atitudes dela não faziam o menor sentido. Entendi seus questionamentos, mas não compreendi sua forma de lidar com eles. Acabei não conseguindo conectá-la novamente, não como em Métrica.

Agora quem narra a história é Will. No início, fiquei bem entusiasmada com essa mudança de narrador, pensando em como Will tinha o dom com as palavras escritas e em passar suas emoções. Mas, para minha surpresa, o livro ficou monótono na Parte 1. Parecia um simples diário: “hoje é segunda e eu fiz isso”; “Terça-feira fomos a tal lugar e aconteceu isso e isso”… Na verdade, cada capítulo é realmente iniciado com um texto de Will escrevendo em um diário, mas acontece que o restante da narrativa também aparece dessa mesma forma. Não senti a emoção das palavras de Will que vivenciei em Métrica.

Também senti muita falta de personagens carismáticos como Júlia, a mãe de Lake, e, principalmente, a Eddie, que foi tão apagada e ficou sumida. Quem rouba a cena e ocupa o espaço deixado por Eddie é a Kiersten, a filha da nova vizinha Sherry (que, por sua vez, vem a ocupar o espaço deixado por Júlia). Kiersten é responsável pelos diálogos divertidos e pelas risadas que o livro proporciona. Ela é simplesmente um adulto em corpo de criança; uma menina adorável, espirituosa, desinibida ou, como os próprios personagens do livro a chamaram, uma cópia em miniatura da Eddie. Está sempre com uma resposta na ponta da língua ou um conselho sábio incompatível com a sua idade. Ela levanta uma questão muito interessante a respeito daquilo que denominamos “palavrão” e nos introduz a “borboleta”, que proporciona diálogos “borboletamente” divertidíssimos. Para entender, tem que ler o livro! Outro personagem que aparece na história é Vaugh, que foi apenas citada em Métrica, mas surge apenas para causar o dramalhão da trama e não é possível conhecê-la melhor.

Por falar em dramalhão, Will surpreende pela forma com a qual lida com a situação toda. Ele precisa provar para a mulher que ama, e que só quer saber de “esculpir abóboras”, que seu amor é verdadeiro e não resultado de pena pela situação em que a vida acabou os colocando. Seus sentimentos não são apenas resultado da ocasião, e sim verdadeiramente do coração. Suas atitudes para demonstrar isso ocasionam situações engraçadas e que eu não esperava da parte dele. É divertido e equilibra um pouco com a raiva que sentia das atitudes da Layken. Claro que tudo isso os leva ao amadurecimento e ao fortalecimento da relação. Eles são muito jovens e precisam encarar a vida como ela se apresentou, sem as coisas na ordem cronológica como deveriam.

Já a Parte 2 do livro foi bem diferente. Aqui sai o dramalhão e entra o drama. Will volta a ser Will. Sentia suas emoções em cada palavra, sofri de estar dentro da sua cabeça, vivi o seu amor por Lake. Essa parte me prendeu mais, quando consegui me conectar aos sentimentos e emoções de Will. O final é previsível, mas nem por isso deixou de ser lindo, singelo e um tanto… frustrante. Como um todo, o livro é bom, mas eu ainda gostei muuuuito mais do primeiro (ah, nem deu para perceber, né?). Por sinal, vou ter que correr atrás do This Girl, que traz exatamente a história de Métrica narrado pelo Will. Boa expectativa!

“Às vezes, acontecem coisas na vida que você não planeja. Tudo o que você pode fazer agora é traçar um novo plano.” (Kiersten)

“Enquanto ela via a primeira apresentação naquela noite, não conseguia tirar os olhos dela. Vi a paixão e a profundidade em seus olhos enquanto ela observava o palco e de imediato me apaixonei por ela. Eu a amei em cada segundo depois disso. É por isso que me recuso a deixá-la desistir.”

 

 
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