The Bershires

Birchwood Inn – o aconchegante e charmoso Bed and Breakfast do The Berkshires, New England

No instante em que nosso carro virou na Hubbert St e tivemos essa visão…

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…tive a certeza de que já estava mais apaixonada pelo Birchwood Inn. Mais, sim! Porque desde que fomos apresentados ao site do Bed and Breakfast, durante nossas pesquisas pré-viagem, já ficamos encantados pela pousada só de olhar as fotos. É lá que eu quero ficar, pensei. Achava que seria o local perfeito para viver, verdadeiramente, o clima do The Berkshires. E acertamos em cheio. Na verdade, foi ainda melhor do que podíamos imaginar, porque a senhora Ellen Chenaux, a proprietária, é ainda mais acolhedora e simpática pessoalmente do que já se mostrava por email.

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Localizada em Lenox, cidade a 210km de Boston e integrante do Berkshires, a casa, pasmem, data de 1766, mas está em perfeito estado de conservação. Desde a fachada, até os arbustos e o gramado do quintal, tudo muito bem cuidado (nos mínimos detalhes).

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O fall foliage completava a paisagem, deixando a área externa da propriedade com a linda coloração das árvores. O tapete de folhas do outono só completava o visual.

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Mas nada nos prepara para o capricho que encontramos quando cruzamos a porta de entrada…

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Tudo parece meticulosamente pensado para nos fazer sentir abraçados por cada cômodo, com aquela sensação no peito de que estamos em casa (apesar de que, nem de longe, minha casa é tão fofa daquele jeito 😉 ).

Fomos recebidos pelo Innkeeper e apresentados a cada ambiente do Birchwood Inn. A casa tem dois andares, sendo que os quartos ficam no andar superior (é bom não ter muita bagagem).

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Alguém consegue adivinhar qual foi meu cômodo preferido???

Livros, lareira, uma decoração de casa de boneca, aquela tranquilidade no ar e um ambiente acolhedor… Podem ter certeza, foi difícil reunir forças para sair da biblioteca. Naquele momento, só tive uma certeza: ia precisar voltar a Lenox com mais calma para ter a oportunidade de passar mais do que apenas um dia no Birchwood Inn.

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Estava sendo servido um chá da tarde de cortesia para os hóspedes e aqui deixo a maior de todas as dicas: não deixe de provar os cookies. Vai por mim, nenhuma dieta no mundo vale deixar de sentir aquele sabor.

Ainda no primeiro andar, encontramos uma sala de televisão (com lareira 🙂 ). Nós, brasileiros, não estamos acostumados com aqueles ambientes porque não fazem parte dos costumes das nossas casas, de forma que, juro, eu me sentia dentro de um filme.

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A cozinha é toda arrumadinha (já disse que parecia coisa de filme?) e os hóspedes podiam utilizá-la livremente, desde que fora do horário em que a pousada servia o café da manhã. As louças, a cafeteira, as taças para vinho, uma das geladeiras, tudo à disposição dos hóspedes.

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A sala de jantar (com lareira) me fez passar alguns vários minutos (nem sei precisar quantos) admirando os detalhes (o papel de parede, as cortinas, a arrumação cuidadosa das mesas, as louças delicadas de porcelana). Neste cômodo, ocupado por algumas pequenas mesas com no máximo quatro cadeiras, era servido o – maravilhoso – café da manhã. Devido ao espaço restrito, para a experiência gastronômica que é o café da manhã do Birchwood Inn ser vivida adequada e plenamente, ocorre uma divisão em dois turnos e os hóspedes escolhem se desejam tomar café às 8:30 ou às 9:30 (os horários podem variar de acordo com o período do ano).

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E na manhã do dia seguinte conseguimos entender por que o café da manhã do Birchwood Inn é considerado o melhor de New England. Infelizmente, essa experiência é difícil de ser compartilhada, só provando para entender. E cada dia tem um cardápio diferente, então já sonho em passar uma semana inteirinha por lá só para poder provar todo o menu. 😉

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Cada quarto do Birchwood é capaz de arrancar um suspiro diferente. E basta ver as fotos do site para perceber isso…

Birchwood Inn

Quarto The Dana Divulgação

Birchwood Inn

Quarto The Egleston Divulgação

Birchwood Inn

Quarto The Hubbard Divulgação

Birchwood Inn

Quarto The Loring Divulgação

Birchwood Inn

Quarto The Wagner Divulgação

Birchwood Inn

Quarto The Wilson Divulgação

Os quartos recebem os nomes de antigos proprietários, sendo todos com banheiros privativos e equipados com ar-condicionado/aquecedor, telefone, artigos de higiene pessoal, secador de cabelo e wi-fi gratuito. Nós ficamos acomodados no The Dewey, que apesar de lindo lindo lindo de morrer, não precisava ter mais nada para me conquistar, bastava um livro e aquela bancada sobre a janela e eu seria feliz (com a biblioteca lá do andar de baixo para completar o “viveram felizes para sempre”).

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Os móveis antigos, o papel de parede florido, a lareira, a grande janela com vista para o jardim, a decoração que era um charme… ah, não tem como, vou ter que repetir: parecia coisa de filme!!! Um ambiente muito romântico! Perfeito para passar lua de mel ou comemorar bodas.

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Este quarto acomoda até quatro pessoas, graças ao sofá-cama, apesar de que a cama king size é enorme e daria para dormir com as crianças tranquilamente. Ah, sim, estávamos com as crianças, nada de lua de mel ou bodas dessa vez.

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O The Dewey era suíte e até o banheiro chamava a atenção, com destaque para o chuveiro de múltiplas duchas.

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O Birchwood Inn tem estacionamento incluído na diária.

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Apesar de termos nos hospedados com os meninos, o Birchwood Inn, assim como praticamente todos os Bed and Breakfast que pesquisamos, aceitam apenas crianças maiores de 12 anos, sendo uma hospedagem mais apropriada para casais. De qualquer forma, independente do motivo da sua viagem, se a dois ou em família, se tiver a oportunidade de se hospedar num Bed and Breakfast, o Birchwood Inn é mais que recomendado. Nem pense duas vezes, a experiência será única.

Bed and Breakfast, Birchwood Inn,

Localização: 7 Hubbard Street Lenox, MA01240

Check-in: 15h às 20:30h (para check-in depois das oito e meia é preciso entrar em contato para ser feito um arranjo especial para sua chegada).

Check-out: 11h

– Estabelecimento para não fumantes.

Pet Friendly (veja a política de animais de estimação)

– Durante alguns feriados e eventos especiais, pode ser exigido estadia mínima.

*Nós agrademos ao Birchwood Inn a diária de cortesia, mas ressaltamos que todas as informações passadas foram resultado de nossa experiência pessoal, uma vez que nos reservamos o direito de expressar nossa opinião baseada na experiência vivida, respeitando a nossa política de transparência com nossos leitores.

 

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Roteiro – 15 dias de carro por New England (The Berkshires, Green Mountain, White Mountain, Portland, Boston) e Canadá (Montreal, Québec e Ottawa)

Pois é, o mundo e suas voltas. Em um animado dia, dormimos sabendo que íamos pro Japão. Passagens compradas, roteiro em elaboração, e veio aquele balde de água fria. O motivo foi bom, Fortaleza nos aguardava. Dezembro, nada de férias. Cancela tudo, abafa a frustração, adia o sonho. O bullying das promoções de passagens continua. Instiga. Atiça. Ah, Boston! Pesquisa. Outubro, outono, fall foliage… Olha o mapa. Ih, dá para ir até o Canadá de carro. Que tal? Escola. Poxa! Vamos a dois? Sem graça. Família, viagem, família. E aí? Dá-se um jeito, vamos! Fomos. Voltamos. A memória e o coração repletos de New England e Canadá. E a certeza de que melhor investimento não há. Momentos como esses, com eles, é minha maior fortuna. Que continue tendo saúde, é tudo que peço a Deus. E até a próxima. Japão? Quem sabe? O mundo é tão grande!!!!! E ele gira, gira, gira, gira…

Dia 1 – Nosso voo saiu do Rio de Janeiro para o Panamá às 2:32. Chegamos ao aeroporto de Tocumen às 6:50 e tínhamos quase 5 horas de conexão. Já conhecíamos o aeroporto do Panamá quando voamos também com a Copa Airlines na nossa viagem para a Califórnia e Las Vegas, de forma que aproveitamos para passear pelo aeroporto e pelas lojas Duty Free.

Aeroporto do Panamá

O voo de ida da Copa foi bem tranquilo, mas tem um grande fator negativo: as telas individuais são no trecho do Brasil para o Panamá, que é noturno, enquanto no trecho diurno, do Panamá para os EUA, são telas coletivas.

viagem

Chegamos a Boston às 18:30 no horário local e já seguimos para pegar o shuttle gratuito que levava ao Car Rental Center.

Pegamos nosso carro alugado e rumamos para a estrada. Já era noite, mas queríamos dormir o mais para frente possível, a fim de ficarmos mais próximos de Berkshires, nosso objetivo no dia seguinte (além de que a hospedagem em Boston é absurdamente cara). Não tínhamos hotel reservado e fomos seguindo até onde conseguíssemos. Já estávamos com chip pré-pago do celular comprado e habilitado antes da viagem ainda no Brasil (Chip da Travel Mobile), e fizemos a reserva da estrada mesmo, numa cidade chamada Auburn, a 79 km do aeroporto de Boston.

Então, foi só fazer uma parada para o jantar e capotar na cama para descansar do longo dia de viagem.

Dia 2The Berkshires

Nosso pernoite foi em Lenox, cidade vizinha a Lee, onde há um Premium Outlet. Nos organizamos para rodar de carro por algumas rotas cênicas, já que estávamos no outono e queríamos apreciar a beleza do Fall Foliage, quando as árvores trocam as cores de suas folhas antes delas caírem para o inverno. Levamos anotadas algumas opções e faríamos aquilo que fosse possível durante a manhã, já que a tarde seria destinada à Lenox e Lee. Mas mudamos muito o roteiro, pegamos estradas que decidíamos na hora, fomos descobrindo cidadezinhas pelo caminho, parando onde queríamos, de uma forma bem descontraída. Falamos em detalhes de todo nosso percurso neste post específico sobre The Berkshires.

The Berkshires, Massachusetts, EUA
Rotas Cênicas:
Berkshire Trail (Rota 9) – 60km (52min) de Dalton a Northampton.
Jacob’s Ladder Scenic Byway (Rota 20) – 58km (50min) de Lee a Westfield.
Mohawak Trail (Rota 2) – 70km (1h10m) de Willianstown a Greenfield (1914), American First Tourist Hwy.
Cidades:
* Lee (Centro de Visitantes)
First Congregational Church (1958)
– Centro Histórico
Premium Outlet
* Lenox
The Mount, de 1902, foi a residência da autora americana Edith Wharton.
– Laurel Lake
– Tanglewood, casa da Orquestra Sinfônica de Boston.
* Stockbridge
* Pittsfield
* Williamstown

Para completar a beleza natural do Berkshires, ficamos hospedados na aconchegante e charmosa Birchwood Inn Bed&Breakfast, em Lenox.

Post sobre o tour no The Mount.

Dia 3 Green Mountain

Deixamos The Berkshires para trás e seguimos para o norte, com objetivo final do dia sendo Burlington, no estado de Vermont.

Desviamos um pouco do percurso para passar pelo Mount Greylock State Reservation, e foi um dos mais belos que passamos em toda a viagem. Imperdível!

Seguimos para Bennington, onde fomos conhecer o Bennington Battle Monument. A subida ao topo do monumento proporciona uma vista espetacular das cores do outono.

Vermont, Fall Foliage

Continuamos pela Scenic Route 100 Byway, de Wilmington a Duxbury, mas, infelizmente, a folhagem na Green Mountain já estava bem seca.

Antes de chegar a Burlington, uma parada na fábrica de sorvetes da Ben&Jerry. Fizemos o tour de 30 minutos de duração e, claro, nos deliciamos com os sorvetes.

Dia 4 – A manhã seria destinada ao deslocamento de Burlington a Montreal (155Km; 1h45min), mas antes aproveitamos para dar uma volta pelo Waterfront Park e conhecer um pouquinho de Burlington.

Atravessamos a fronteira por volta das 11 da manhã e foi super tranquilo. Sequer precisamos descer do carro, apenas mostramos os passaportes com os vistos canadenses, respondemos as perguntas de praxe… e estávamos no Canadá.

Imigração do Canadá, via estrada vindo dos EUA

Ao chegarmos a Montreal, seguimos direto para nosso hotel, o Bonaventure Hotel. Deixamos o carro com as malas no estacionamento, já que ainda não estava no horário do check-in, e seguimos para o Eaton Centre a pé. Ainda não tínhamos noção da dimensão da cidade subterrânea e acabamos indo pela superfície. Sentimos frio à toa. Mas ao menos já fomos conhecendo essa cidade que nos conquistou em poucos minutos.

Almoçamos, compramos um chip canadense, e voltamos para buscar o carro.

A tarde foi destinada a:
Parc Mont-Royal (La Croix du Mont Royal, Le Belvedere Kondiaronk, Lac aux Castors, Notre Dame des Neiges);
L’Oratoire St Joseph;
– Passear pela rua comercial St Catherine;
– Conhecer as praças: Place du Canada e Square Dorchester;
– Catedral Marie-Reine-du-Monde (em frente a Place du Canada).

Vista de Montreal, Canadá

À noite, jantamos perto do hotel, no Baton Rouge Steakhouse.

Dia 5Parc Maisonneuve

Pegamos o metrô para o Parc Olympique du Montreal. Começamos nossa visita pelo Jardim Botânico e pelo Insectário, depois seguimos para o Biodôme, conhecemos o Estádio Olímpico, onde subimos na torre que oferece uma vista muito legal da cidade, e encerramos o dia no Planetário.

Estádio Olímpico, Montreal, Canadá

Dia 6Ottawa

Fizemos um bate e volta de Montreal para Ottawa (2h, 198km) e achamos que valeu muito a pena. Deu para conhecer bastante coisa:

– Tour pelo Parlamento;

– Caminhamos pela Wellington St (Confederation Building) até The War Memorial;

– Visitamos o Chateau Laurier;

– Seguimos pela Sussex Dr e passeamos pelo Byward Market;

– Almoçamos na The Grand Pizzeria (não tem como deixar de experimentar a Beaver Tail que fica bem em frente;

– Tiramos fotos no Peacekeeping Memorial;

– Entramos na Basílica de Notre Dame;

– Tiramos apenas foto na escultura da aranha em frente à Nacional Gallery of Canada;

– Passemos pelo Major’s Hill Park;

– Atravessamos a Alexandra Bridge em direção a Gatineau;

– Visitamos o Canadian Museum of History e o Children’s Museum;

– Voltamos para Ottawa e jantamos no Rideau Centre;

– E retornamos para Montreal à noite.

Parlamento Ottawa, Canadá

Dia 7 Vieux Montreal

Pegamos o metrô para Old Montreal e começamos a explorar:
Saint Paul St
– Basílica Notre Dame
– Seminário de St. Sulpice
Place d’Armes
– Palácio da Justiça (Palais de Justice)
– Prefeitura (Hôtel de Ville)
Marché Bonsecours (Mercado Público)
– Capela Notre Dame de Bonsecours

Hotel de Ville, Montreal

Depois seguimos para o Vieux Port, indo direto para o Science Centre of Montreal, onde ficamos por umas 2 horas.

À tarde, caminhamos pelo porto, fomos até o Clock Tower e nos divertimos na tirolesa do MTL Zipline e no Voiles en Voiles Amusement Park. A ideia era encerrar o dia no Parc Jean-Drapeau, mas tivemos que alterar o roteiro, pois foi impossível retirar as crianças do Voiles en Voiles.

Voiles en Voiles, Montreal, Canadá

Jantamos no Les 3 Brasseurs.

Dia 8 – Montreal para Québec (265km, 2h40)

Antes de pegarmos a estrada para Québec, fomos dar uma volta, de carro mesmo, pelo Parc Jean-Drapeau, que não havíamos conhecido no dia anterior. É lá que fica a Biosphere, um museu do meio ambiente, mas não chegamos a conhecer por dentro.

Passamos de carro pelo circuito de Fórmula 1 Gilles Villeneuve.

Circuito Gilles Villeneuve, Montreal, Canadá

Entre Montreal e Québec, fizemos uma parada em Trois-Riviere, a segunda cidade mais velha do Canadá (141km de Montreal, 126Km para Québec), e conhecemos rapidamente o centro da cidade, em estilo europeia. Passamos de carro pela rua principal, a Boulevard des Forges.

Trois-Riviere, Canadá

Chegando a Québec, fizemos nosso check-in no Hotel Le Concorde, que fica super bem localizado, de forma que deixamos o carro no estacionamento do hotel e saímos para explorar a cidade à pé (apesar do frio que estava fazendo em pleno mês de outubro).

Fomos direto para o Observatoire de la Capitale, o que foi ótimo para ter uma noção da cidade como um todo, vista do alto.

Depois passamos pelos portões da cidade murada, na rua Saint Jean, e seguimos para La Citadelle, onde fizemos o tour de 1 hora de duração pela fortaleza.

La Citadelle, Quebec, Canadá

Voltamos para o hotel, jantamos, e cama.

Dia 9 – A manhã foi dedicada ao Montmorency Falls e ao Santuário St Anne du Beaupre.

Infelizmente, o teleférico já estava fora da temporada de funcionamento e apenas atravessamos a ponte pênsil sobre a cachoeira, o que por si só já compensa demais.

Montmorency Falls, Quebec, Canadá

O Santuário é um pouco mais distante, mas, para quem está de carro, vale a visita.

À tarde, voltamos a explorar a pé a Vieux-Quebéc, começando pela cidade alta:
– Parlamento (só foto externa)
Hôtel du Ville (prefeitura)
– Basílica Notre Dame
Cathedral of the Hole Trinity
Place d’Armes
Chateau Frontenac
Terrasse Dufferin

Depois pegamos o Funiculare para a cidade baixa:
– Rua Petit Champlain
Maison Chevalier
– Igreja Notre Dame des Victoires
Place Royal
– Pintura 3D na parede

Vieux-Quebec, Quebec, Canadá

Jantamos no Les 3 Brasseurs de Québec, que ficava pertinho do hotel.

Dia 10 White Mountain (New Hampshire)

Deixamos o Canadá com uma vontade enorme de quero mais e seguimos de volta para os EUA. A imigração de entrada nos EUA foi um pouco mais lenta do que a de entrada no Canadá, mas apenas por estar mais movimentada. Também foi tranquila, sem sair do carro, entregando os passaportes com vistos, respondendo as perguntas de sempre, e pronto.

Imigração dos EUA, via estrada vindo do Canadá

Seguimos para a White Mountain, parando no Centro de Visitantes de Lincoln para pegar um mapa (de Québec para Lincoln, 432Km, 4h30min).

Existem várias rotas cênicas na White Mountain, mas nós não tínhamos muito tempo, então optamos por fazer a principal, a Kancamagus Highway (58km). Paramos em alguns pontos pelo caminho:
Lincoln Woods (Pemigewasset Crossing)
Sugarhill Overlook
Passaconaway Historic Site
Rock Gorge Scenic Area
Lower Falls (estava fechada, então não conhecemos)
Albany Covered Bridge.

White Mountain, New Hampshire, EUA

Depois seguimos de Conway para Portland, no estado do Maine (98km,1h30).

Em Portland, ficamos hospedados no Hampton Inn Downtown Waterfront e achamos perfeito por estar a poucos passos do Old Port. Fomos jantar num restaurante bem próximo ao hotel que foi a maior e mais grata surpresa dessa viagem, o DiMillos On The Water.

Dia 11 – Demos uma volta pelo Old Port de Portland e seguimos viagem em direção a Salem, mas não sem antes conhecer alguns dos vários faróis do Maine:
Portland Breakwater Lighthouse
– Portland Head Lighthouse
– Nubble Lighthouse, em York

Portland Head Lighthouse, Portland, EUA

Seguimos pela Long Beach Ave, beirando a praia.

Antes de chegarmos a Salem, fizemos uma parada no Connors Farm, e os meninos gostaram bastante, mas como já era fim de temporada, estava bem deserto e com muitas coisas fechadas. De qualquer forma, foi uma experiência interessante, principalmente a plantação das abóboras, já que estávamos na véspera do Halloween.

Connors Farm

Almoçamos em Salem (15km do Connors Farm, mas de Portland a Salem são 158km direto, cerca de 1h40), e a ideia era conhecer a cidade e aproveitar o Haunted Happenings Carnival, mas a chuva não permitiu. Foi nosso primeiro e único dia de chuva em toda a viagem, embora tenha sido suficiente para nos deixar frustrados. Não conseguimos conhecer muito bem Salem. 😦 Mas algumas opções que estavam no nosso roteiro eram:
tour de Trolley
– Porto Salem Harbor
– Salem Witch Museum

Salem, Massachusetts, EUA

Pernoitamos em Peabody.

Dia 12 – Dedicado às compras no Wrentham Village Premium Outlet (62km de Boston)

De noite, exaustos, retornamos para onde tudo começou, Boston, onde ficamos hospedados num apartamento muito bom em Roxbury, o Fort Hill Inn.

Dia 13 – Boston

Durante toda a manhã, percorremos a Freedom Trail. Nunca imaginei que as crianças fossem conseguir andar todo percurso, mas conseguiram, apesar do cansaço.
– Boston Common
– Massachusetts State House
– Park Street Church
– Granary Burying Ground
– King´s Chapel
– First Public School
– Old Corner Bookstore
– Old South Meeting House
– Old State House
– Boston Massacre
– Faneuil Hall
– Paul Revere House
– Old North Church
– Copp’s Hill Burying Ground
– USS Constitution
– Bunker Hill Monument (subimos até o topo do obelisco, 294 degraus)

Freedom Trail, Boston, EUA

À tarde fomos para o Museum of Science, que estava incluído no CityPASS.

Encerramos o dia jantando no CheeseCake Factory do CambridgeSide Galleria.

Dia 14 – Boston

Pegamos o metrô para o New England Aquarium, que é pequeno e não levamos mais do que 1h e meia para conhecer tudo.

Caminhamos até o Children’s Museum, de onde só conseguimos sair às 15h, com MUITO esforço e apenas porque íamos nos arrumar para o Halloween.

Boston Children's Museum, Boston

Era dia 31 de Outubro, Halloween, e queríamos viver essa experiência. Depois de pedir ajuda via Messenger para a Luciana Misura, do Colagem, e Claudia Rodrigues, do Felipe o pequeno viajante, seguimos para a Beals Street, em Brookline, para vivermos uma das experiências mais legais dessa viagem, que vamos contar em detalhes num post específico.

Dia 15 – Boston

Começamos o dia com o Fenway Park Tour, o estádio de basebol do Red Sox.

Fenway Park, Boston, EUA

Depois seguimos para o Skywalk Observatory, para aquela vista da cidade a partir da Prudential Tower (228m de altura).

Almoçamos no Legal Sea Food do Copley Place, um shopping conectado ao Prudential Center.

Fomos explorando a região à pé, conhecendo a Boston Public Library, a Old South Church, a Copley Sq e a Trinity Church.

Caminhamos pela Newbury St e Boylston St (ruas comerciais).

Passeamos pelo Charles River Esplanade e atravessamos a ponte para Cambridge.

Caminhamos um pouco pelo MIT. Depois pegamos o metrô até Harvard. Exploramos o campus e retornamos para o apartamento. Era nossa última noite antes do voo de retorno, então aproveitamos para terminar de arrumar as malas.

Campus de Harvard, Massachusetts, EUA

Dia 16 – 8:26 Voo de Boston para Panamá
A tarde foi toda no Panamá, com um tempo de conexão de 6 horas. Aproveitamos para conhecer o MetroMall, um shopping que oferece um shuttle gratuito do aeroporto.
À noite, partiu nosso voo do Panamá para Rio de Janeiro.

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