New Hampshire

White Mountain (New Hampshire) – percorrendo a Kancamagus Highway

Depois da nossa viagem pelo Canadá, continuamos nossa road trip retornando para os EUA, e seguimos em direção a Portland, mas não sem antes passar pela White Mountain National Forest, no estado americano de New Hampshire.

White Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus Hwy

Nossa primeira parada foi na cidade de North Woodstock, onde há um Visitor Center (saída 32 da I93). No Centro de Visitantes pegamos informações das estradas e mapas, e decidimos qual seria nosso percurso.

White Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus Hwy

São várias rotas cênicas à disposição, e dá vontade de percorrer todas, mas só tínhamos este dia e teríamos que optar por apenas uma. A escolhida foi a considerada imperdível por quem conhece, a Kancamagus Highway. Não conhecemos nenhuma outra, mas já deu para concordar, a Kancamagus é imperdível mesmo.

White Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus Hwy

Passamos por Lincoln e, se precisa abastecer o carro ou desabastecer a bexiga, essa é a hora, porque depois só em Conway.

White Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus Hwy

A Kancamagus Highway percorre 58km da Route 12 entre as cidades de Lincoln e Conway, atravessando a White Mountain Forest e beirando o monte Kancamagus. Nós já estávamos no fim de outubro e o pico do Fall Foliage do outono já havia passado, de forma que as árvores já estavam muito secas, se preparando para chegada do inverno. Se ainda assim já era lindo, só ficávamos imaginando no ápice do outono…

White Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus Hwy

E por falar em inverno, a White Mountain é muito procurada na temporada de neve e há várias estações de ski  pela região, então pode ser outro bom período para visitá-la.

Ao longo da rota cênica, a Kancamagus Highway possui diversos pontos de parada ou mirantes para apreciar vistas de tirar o fôlego, além de áreas de camping, trilhas para caminhadas, cachoeiras e ponte coberta. Nós aproveitamos algumas sugestões passadas no Centro de Visitantes e aprovamos, de forma que deixamos as dicas aqui:

  • Lincoln Woods

White Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus Hwy

Vale a pena caminhar um pouco pela Lincoln Wood Trail, depois de atravessar a ponte sobre o rio Pemigewasset.

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  • Hancock Overlook

White Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus Hwy

  • Pemigewasset Overlook

White Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus Hwy

  • Lily Pond

Não tem ponto de parada e só tiramos foto de dentro do carro mesmo.

White Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus Hwy

  • Sugar Hill Overlook

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  • Sabbaday Falls

White Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus Hwy

Há uma trilha para a cachoeira, mas é curtinha e bem tranquila.

White Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus HwyWhite Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus Hwy

Não deixe de subir as escadas até o topo para ver as duas quedas d’água. 

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  • Rocky George Scenic Area

Resolvemos não descer do carro para seguir direto para a Lower Falls.

White Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus Hwy

  • Lower Falls

Acabou que a cachoeira estava fechada e não conhecemos. 😦

  • Albany Covered Bridge

White Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus Hwy

A ponte tem 36 metros, sendo que a original, de 1858, foi restaurada. É possível parar num estacionamento ao lado e atravessar caminhando a ponte sobre o rio Swift, mas lembrando que passa carro pela ponte, então é preciso estar atento às crianças.

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A área da ponte coberta nos proporcionou as paisagens mais incríveis da Kancamagus Falls.

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Não havíamos sido orientados no Centro de Visitantes, mas, durante as paradas, vimos uns painéis explicando sobre o pagamento da taxa de estacionamento para a White Mountain National Forest. Acontece que não há uma taxa para usufruir das áreas de lazer da floresta, mas existe uma taxa para estacionar o carro nos diversos estacionamentos da área. Para pagar a taxa, é bem simples (coisa que nunca imagino funcionando no Brasil, infelizmente): basta pegar um dos envelopes que estão disponíveis em caixas ao lado dos painéis, colocar o dinheiro dentro, lacrar e retirar um canhoto que fica como comprovante e deve ser colocado no painel do carro, e depositar o envelope numa urna fechada com cadeado. Depois os responsáveis passam recolhendo os envelopes. Não tinha ninguém fiscalizando ou cobrando isso, mas até acredito que em algum momento possa passar alguém conferindo os carros estacionados. Prestamos atenção nos carros e todos estavam com os comprovantes nos vidros. Existem 3 tipos de passes disponíveis, o de 3$ para o dia todo, o de 5$ válido por 7 dias, e o de 20 a 25$ que era passe anual. Também é possível comprar os passes nos Centros de Visitantes, alternativa importante para quem não tem o dinheiro trocadinho para colocar no envelope.

White Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus Hwy

A White Mountain National Forest conta ainda com uma infinidade de atividades para todas as idades, podendo ser uma opção divertida e cheia de aventura para as famílias, principalmente durante o verão. Nós esperamos voltar com mais calma numa outra oportunidade.

White Mountain National Forest, New Hampshire, Kancamagus Hwy

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Roteiro – 15 dias de carro por New England (The Berkshires, Green Mountain, White Mountain, Portland, Boston) e Canadá (Montreal, Québec e Ottawa)

Pois é, o mundo e suas voltas. Em um animado dia, dormimos sabendo que íamos pro Japão. Passagens compradas, roteiro em elaboração, e veio aquele balde de água fria. O motivo foi bom, Fortaleza nos aguardava. Dezembro, nada de férias. Cancela tudo, abafa a frustração, adia o sonho. O bullying das promoções de passagens continua. Instiga. Atiça. Ah, Boston! Pesquisa. Outubro, outono, fall foliage… Olha o mapa. Ih, dá para ir até o Canadá de carro. Que tal? Escola. Poxa! Vamos a dois? Sem graça. Família, viagem, família. E aí? Dá-se um jeito, vamos! Fomos. Voltamos. A memória e o coração repletos de New England e Canadá. E a certeza de que melhor investimento não há. Momentos como esses, com eles, é minha maior fortuna. Que continue tendo saúde, é tudo que peço a Deus. E até a próxima. Japão? Quem sabe? O mundo é tão grande!!!!! E ele gira, gira, gira, gira…

Dia 1 – Nosso voo saiu do Rio de Janeiro para o Panamá às 2:32. Chegamos ao aeroporto de Tocumen às 6:50 e tínhamos quase 5 horas de conexão. Já conhecíamos o aeroporto do Panamá quando voamos também com a Copa Airlines na nossa viagem para a Califórnia e Las Vegas, de forma que aproveitamos para passear pelo aeroporto e pelas lojas Duty Free.

Aeroporto do Panamá

O voo de ida da Copa foi bem tranquilo, mas tem um grande fator negativo: as telas individuais são no trecho do Brasil para o Panamá, que é noturno, enquanto no trecho diurno, do Panamá para os EUA, são telas coletivas.

viagem

Chegamos a Boston às 18:30 no horário local e já seguimos para pegar o shuttle gratuito que levava ao Car Rental Center.

Pegamos nosso carro alugado e rumamos para a estrada. Já era noite, mas queríamos dormir o mais para frente possível, a fim de ficarmos mais próximos de Berkshires, nosso objetivo no dia seguinte (além de que a hospedagem em Boston é absurdamente cara). Não tínhamos hotel reservado e fomos seguindo até onde conseguíssemos. Já estávamos com chip pré-pago do celular comprado e habilitado antes da viagem ainda no Brasil (Chip da Travel Mobile), e fizemos a reserva da estrada mesmo, numa cidade chamada Auburn, a 79 km do aeroporto de Boston.

Então, foi só fazer uma parada para o jantar e capotar na cama para descansar do longo dia de viagem.

Dia 2The Berkshires

Nosso pernoite foi em Lenox, cidade vizinha a Lee, onde há um Premium Outlet. Nos organizamos para rodar de carro por algumas rotas cênicas, já que estávamos no outono e queríamos apreciar a beleza do Fall Foliage, quando as árvores trocam as cores de suas folhas antes delas caírem para o inverno. Levamos anotadas algumas opções e faríamos aquilo que fosse possível durante a manhã, já que a tarde seria destinada à Lenox e Lee. Mas mudamos muito o roteiro, pegamos estradas que decidíamos na hora, fomos descobrindo cidadezinhas pelo caminho, parando onde queríamos, de uma forma bem descontraída. Falamos em detalhes de todo nosso percurso neste post específico sobre The Berkshires.

The Berkshires, Massachusetts, EUA
Rotas Cênicas:
Berkshire Trail (Rota 9) – 60km (52min) de Dalton a Northampton.
Jacob’s Ladder Scenic Byway (Rota 20) – 58km (50min) de Lee a Westfield.
Mohawak Trail (Rota 2) – 70km (1h10m) de Willianstown a Greenfield (1914), American First Tourist Hwy.
Cidades:
* Lee (Centro de Visitantes)
First Congregational Church (1958)
– Centro Histórico
Premium Outlet
* Lenox
The Mount, de 1902, foi a residência da autora americana Edith Wharton.
– Laurel Lake
– Tanglewood, casa da Orquestra Sinfônica de Boston.
* Stockbridge
* Pittsfield
* Williamstown

Para completar a beleza natural do Berkshires, ficamos hospedados na aconchegante e charmosa Birchwood Inn Bed&Breakfast, em Lenox.

Post sobre o tour no The Mount.

Dia 3 Green Mountain

Deixamos The Berkshires para trás e seguimos para o norte, com objetivo final do dia sendo Burlington, no estado de Vermont.

Desviamos um pouco do percurso para passar pelo Mount Greylock State Reservation, e foi um dos mais belos que passamos em toda a viagem. Imperdível!

Seguimos para Bennington, onde fomos conhecer o Bennington Battle Monument. A subida ao topo do monumento proporciona uma vista espetacular das cores do outono.

Vermont, Fall Foliage

Continuamos pela Scenic Route 100 Byway, de Wilmington a Duxbury, mas, infelizmente, a folhagem na Green Mountain já estava bem seca.

Antes de chegar a Burlington, uma parada na fábrica de sorvetes da Ben&Jerry. Fizemos o tour de 30 minutos de duração e, claro, nos deliciamos com os sorvetes.

Dia 4 – A manhã seria destinada ao deslocamento de Burlington a Montreal (155Km; 1h45min), mas antes aproveitamos para dar uma volta pelo Waterfront Park e conhecer um pouquinho de Burlington.

Atravessamos a fronteira por volta das 11 da manhã e foi super tranquilo. Sequer precisamos descer do carro, apenas mostramos os passaportes com os vistos canadenses, respondemos as perguntas de praxe… e estávamos no Canadá.

Imigração do Canadá, via estrada vindo dos EUA

Ao chegarmos a Montreal, seguimos direto para nosso hotel, o Bonaventure Hotel. Deixamos o carro com as malas no estacionamento, já que ainda não estava no horário do check-in, e seguimos para o Eaton Centre a pé. Ainda não tínhamos noção da dimensão da cidade subterrânea e acabamos indo pela superfície. Sentimos frio à toa. Mas ao menos já fomos conhecendo essa cidade que nos conquistou em poucos minutos.

Almoçamos, compramos um chip canadense, e voltamos para buscar o carro.

A tarde foi destinada a:
Parc Mont-Royal (La Croix du Mont Royal, Le Belvedere Kondiaronk, Lac aux Castors, Notre Dame des Neiges);
L’Oratoire St Joseph;
– Passear pela rua comercial St Catherine;
– Conhecer as praças: Place du Canada e Square Dorchester;
– Catedral Marie-Reine-du-Monde (em frente a Place du Canada).

Vista de Montreal, Canadá

À noite, jantamos perto do hotel, no Baton Rouge Steakhouse.

Dia 5Parc Maisonneuve

Pegamos o metrô para o Parc Olympique du Montreal. Começamos nossa visita pelo Jardim Botânico e pelo Insectário, depois seguimos para o Biodôme, conhecemos o Estádio Olímpico, onde subimos na torre que oferece uma vista muito legal da cidade, e encerramos o dia no Planetário.

Estádio Olímpico, Montreal, Canadá

Dia 6Ottawa

Fizemos um bate e volta de Montreal para Ottawa (2h, 198km) e achamos que valeu muito a pena. Deu para conhecer bastante coisa:

– Tour pelo Parlamento;

– Caminhamos pela Wellington St (Confederation Building) até The War Memorial;

– Visitamos o Chateau Laurier;

– Seguimos pela Sussex Dr e passeamos pelo Byward Market;

– Almoçamos na The Grand Pizzeria (não tem como deixar de experimentar a Beaver Tail que fica bem em frente;

– Tiramos fotos no Peacekeeping Memorial;

– Entramos na Basílica de Notre Dame;

– Tiramos apenas foto na escultura da aranha em frente à Nacional Gallery of Canada;

– Passemos pelo Major’s Hill Park;

– Atravessamos a Alexandra Bridge em direção a Gatineau;

– Visitamos o Canadian Museum of History e o Children’s Museum;

– Voltamos para Ottawa e jantamos no Rideau Centre;

– E retornamos para Montreal à noite.

Parlamento Ottawa, Canadá

Dia 7 Vieux Montreal

Pegamos o metrô para Old Montreal e começamos a explorar:
Saint Paul St
– Basílica Notre Dame
– Seminário de St. Sulpice
Place d’Armes
– Palácio da Justiça (Palais de Justice)
– Prefeitura (Hôtel de Ville)
Marché Bonsecours (Mercado Público)
– Capela Notre Dame de Bonsecours

Hotel de Ville, Montreal

Depois seguimos para o Vieux Port, indo direto para o Science Centre of Montreal, onde ficamos por umas 2 horas.

À tarde, caminhamos pelo porto, fomos até o Clock Tower e nos divertimos na tirolesa do MTL Zipline e no Voiles en Voiles Amusement Park. A ideia era encerrar o dia no Parc Jean-Drapeau, mas tivemos que alterar o roteiro, pois foi impossível retirar as crianças do Voiles en Voiles.

Voiles en Voiles, Montreal, Canadá

Jantamos no Les 3 Brasseurs.

Dia 8 – Montreal para Québec (265km, 2h40)

Antes de pegarmos a estrada para Québec, fomos dar uma volta, de carro mesmo, pelo Parc Jean-Drapeau, que não havíamos conhecido no dia anterior. É lá que fica a Biosphere, um museu do meio ambiente, mas não chegamos a conhecer por dentro.

Passamos de carro pelo circuito de Fórmula 1 Gilles Villeneuve.

Circuito Gilles Villeneuve, Montreal, Canadá

Entre Montreal e Québec, fizemos uma parada em Trois-Riviere, a segunda cidade mais velha do Canadá (141km de Montreal, 126Km para Québec), e conhecemos rapidamente o centro da cidade, em estilo europeia. Passamos de carro pela rua principal, a Boulevard des Forges.

Trois-Riviere, Canadá

Chegando a Québec, fizemos nosso check-in no Hotel Le Concorde, que fica super bem localizado, de forma que deixamos o carro no estacionamento do hotel e saímos para explorar a cidade à pé (apesar do frio que estava fazendo em pleno mês de outubro).

Fomos direto para o Observatoire de la Capitale, o que foi ótimo para ter uma noção da cidade como um todo, vista do alto.

Depois passamos pelos portões da cidade murada, na rua Saint Jean, e seguimos para La Citadelle, onde fizemos o tour de 1 hora de duração pela fortaleza.

La Citadelle, Quebec, Canadá

Voltamos para o hotel, jantamos, e cama.

Dia 9 – A manhã foi dedicada ao Montmorency Falls e ao Santuário St Anne du Beaupre.

Infelizmente, o teleférico já estava fora da temporada de funcionamento e apenas atravessamos a ponte pênsil sobre a cachoeira, o que por si só já compensa demais.

Montmorency Falls, Quebec, Canadá

O Santuário é um pouco mais distante, mas, para quem está de carro, vale a visita.

À tarde, voltamos a explorar a pé a Vieux-Quebéc, começando pela cidade alta:
– Parlamento (só foto externa)
Hôtel du Ville (prefeitura)
– Basílica Notre Dame
Cathedral of the Hole Trinity
Place d’Armes
Chateau Frontenac
Terrasse Dufferin

Depois pegamos o Funiculare para a cidade baixa:
– Rua Petit Champlain
Maison Chevalier
– Igreja Notre Dame des Victoires
Place Royal
– Pintura 3D na parede

Vieux-Quebec, Quebec, Canadá

Jantamos no Les 3 Brasseurs de Québec, que ficava pertinho do hotel.

Dia 10 White Mountain (New Hampshire)

Deixamos o Canadá com uma vontade enorme de quero mais e seguimos de volta para os EUA. A imigração de entrada nos EUA foi um pouco mais lenta do que a de entrada no Canadá, mas apenas por estar mais movimentada. Também foi tranquila, sem sair do carro, entregando os passaportes com vistos, respondendo as perguntas de sempre, e pronto.

Imigração dos EUA, via estrada vindo do Canadá

Seguimos para a White Mountain, parando no Centro de Visitantes de Lincoln para pegar um mapa (de Québec para Lincoln, 432Km, 4h30min).

Existem várias rotas cênicas na White Mountain, mas nós não tínhamos muito tempo, então optamos por fazer a principal, a Kancamagus Highway (58km). Paramos em alguns pontos pelo caminho:
Lincoln Woods (Pemigewasset Crossing)
Sugarhill Overlook
Passaconaway Historic Site
Rock Gorge Scenic Area
Lower Falls (estava fechada, então não conhecemos)
Albany Covered Bridge.

White Mountain, New Hampshire, EUA

Depois seguimos de Conway para Portland, no estado do Maine (98km,1h30).

Em Portland, ficamos hospedados no Hampton Inn Downtown Waterfront e achamos perfeito por estar a poucos passos do Old Port. Fomos jantar num restaurante bem próximo ao hotel que foi a maior e mais grata surpresa dessa viagem, o DiMillos On The Water.

Dia 11 – Demos uma volta pelo Old Port de Portland e seguimos viagem em direção a Salem, mas não sem antes conhecer alguns dos vários faróis do Maine:
Portland Breakwater Lighthouse
– Portland Head Lighthouse
– Nubble Lighthouse, em York

Portland Head Lighthouse, Portland, EUA

Seguimos pela Long Beach Ave, beirando a praia.

Antes de chegarmos a Salem, fizemos uma parada no Connors Farm, e os meninos gostaram bastante, mas como já era fim de temporada, estava bem deserto e com muitas coisas fechadas. De qualquer forma, foi uma experiência interessante, principalmente a plantação das abóboras, já que estávamos na véspera do Halloween.

Connors Farm

Almoçamos em Salem (15km do Connors Farm, mas de Portland a Salem são 158km direto, cerca de 1h40), e a ideia era conhecer a cidade e aproveitar o Haunted Happenings Carnival, mas a chuva não permitiu. Foi nosso primeiro e único dia de chuva em toda a viagem, embora tenha sido suficiente para nos deixar frustrados. Não conseguimos conhecer muito bem Salem. 😦 Mas algumas opções que estavam no nosso roteiro eram:
tour de Trolley
– Porto Salem Harbor
– Salem Witch Museum

Salem, Massachusetts, EUA

Pernoitamos em Peabody.

Dia 12 – Dedicado às compras no Wrentham Village Premium Outlet (62km de Boston)

De noite, exaustos, retornamos para onde tudo começou, Boston, onde ficamos hospedados num apartamento muito bom em Roxbury, o Fort Hill Inn.

Dia 13 – Boston

Durante toda a manhã, percorremos a Freedom Trail. Nunca imaginei que as crianças fossem conseguir andar todo percurso, mas conseguiram, apesar do cansaço.
– Boston Common
– Massachusetts State House
– Park Street Church
– Granary Burying Ground
– King´s Chapel
– First Public School
– Old Corner Bookstore
– Old South Meeting House
– Old State House
– Boston Massacre
– Faneuil Hall
– Paul Revere House
– Old North Church
– Copp’s Hill Burying Ground
– USS Constitution
– Bunker Hill Monument (subimos até o topo do obelisco, 294 degraus)

Freedom Trail, Boston, EUA

À tarde fomos para o Museum of Science, que estava incluído no CityPASS.

Encerramos o dia jantando no CheeseCake Factory do CambridgeSide Galleria.

Dia 14 – Boston

Pegamos o metrô para o New England Aquarium, que é pequeno e não levamos mais do que 1h e meia para conhecer tudo.

Caminhamos até o Children’s Museum, de onde só conseguimos sair às 15h, com MUITO esforço e apenas porque íamos nos arrumar para o Halloween.

Boston Children's Museum, Boston

Era dia 31 de Outubro, Halloween, e queríamos viver essa experiência. Depois de pedir ajuda via Messenger para a Luciana Misura, do Colagem, e Claudia Rodrigues, do Felipe o pequeno viajante, seguimos para a Beals Street, em Brookline, para vivermos uma das experiências mais legais dessa viagem, que vamos contar em detalhes num post específico.

Dia 15 – Boston

Começamos o dia com o Fenway Park Tour, o estádio de basebol do Red Sox.

Fenway Park, Boston, EUA

Depois seguimos para o Skywalk Observatory, para aquela vista da cidade a partir da Prudential Tower (228m de altura).

Almoçamos no Legal Sea Food do Copley Place, um shopping conectado ao Prudential Center.

Fomos explorando a região à pé, conhecendo a Boston Public Library, a Old South Church, a Copley Sq e a Trinity Church.

Caminhamos pela Newbury St e Boylston St (ruas comerciais).

Passeamos pelo Charles River Esplanade e atravessamos a ponte para Cambridge.

Caminhamos um pouco pelo MIT. Depois pegamos o metrô até Harvard. Exploramos o campus e retornamos para o apartamento. Era nossa última noite antes do voo de retorno, então aproveitamos para terminar de arrumar as malas.

Campus de Harvard, Massachusetts, EUA

Dia 16 – 8:26 Voo de Boston para Panamá
A tarde foi toda no Panamá, com um tempo de conexão de 6 horas. Aproveitamos para conhecer o MetroMall, um shopping que oferece um shuttle gratuito do aeroporto.
À noite, partiu nosso voo do Panamá para Rio de Janeiro.

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