Blogagem Coletiva – Mudanças para as famílias viajarem mais (de carro) pelo Brasil

Em mais uma participação na Blogagem Coletiva do grupo Viagens em Família do Facebook, vamos dessa vez nos unir com tantas outras famílias viajantes brasileiras para falar sobre as mudanças que ajudariam a viajar mais no Brasil, um tema sugerido pela Adriana Pasello, do blog Diários de Viagem. Muitas vezes, escutamos amigos dizendo ser estranho, ou até absurdo, que todo ano acabamos viajando para o exterior em vez de viajar pelo próprio país. Porém, basta ter essa experiência uma vez para fazer com que pensemos duas vezes antes de viajar pelas estradas do Brasil. A lista de “reclamações” seria enorme, e ainda não falaríamos de tudo. Por isso a ideia da Blogagem Coletiva é tão importante, já que cada um vai trazer suas vivências e ideias que vão complementar e ratificar umas as outras. No exterior, não somos tão viajados como outros participantes da blogagem coletiva, mas como toda e qualquer contribuição é bem-vinda para levantar a discussão, vamos tentar participar com a nossa perspectiva.

Já viajamos muito pelo Brasil. Muito mesmo! Minha vida foi numa estrada, passando por todas as regiões do Brasil, de norte a sul, de leste a oeste. Ultimamente, sempre que resolvemos viajar aqui, logo surge o assunto da comparação. “Nossa, no Tal País isso não acontece”. “Lembra aquela facilidade na cidade tal? Isso não tem aqui”. “O povo lá não faz isso…”. E assim vai… É até um tanto complicado comparar porque a diferença é gritante. Tudo que vivemos fora do Brasil só nos faz ficar cada vez mais revoltados, indignados e desacreditados. Sei que reclamações não faltam, nas mais diversas áreas, não apenas turismo, mas na saúde, na educação, na segurança… Para não ficar aqui discorrendo sobre os meus sentimentos mais profundos de tristeza e decepção com meu país, vou tentar me ater a questões práticas a que a blogagem coletiva se propõe e me concentrar em uma área específica, cuja diferença nos chamou muito atenção: as viagens de carro no Brasil e nos EUA.

Desde criança, viajei bastante de carro no Brasil, como já comentado na própria blogagem coletiva que fala das nossas viagens de infância. Como era muito difícil e caro viajar de avião, o jeito era colocar a família toda dentro do carro e “pé na estrada”. Nem sei quantas vezes já fiz o percurso do Rio de Janeiro para Fortaleza pelas nossas péssimas rodovias. Só que o tempo passou, eu fiquei um pouquinho mais velha, viajar de avião se tornou mais viável (apesar de ainda ser muito caro, podendo ser até mais barato uma passagem aérea pro exterior), e a realidade é que pouco, ou nada, mudou nas estradas do nosso país. Evolução quase zero! Estamos parados no tempo! Nas nossas últimas viagens aos EUA, optamos por circular muito de carro, fazendo grandes deslocamentos pelas estradas americanas, atravessando diferentes Estados e passando por diversas cidades. Nossa! Como comparar? (Chega a ser injusto, mas é o parâmetro que temos para escrever esse post). Talvez devêssemos começar dizendo que se somarmos todos os deslocamentos que fizemos nas nossas viagens nos últimos 3 anos pelos EUA, rodamos mais de 4500 Km dos quais 95% eram pistas, no mínimo, duplicadas (a maioria com mais de 3 faixas) e em perfeito estado de conservação. Buraco? NENHUM! “Ah, você está exagerando??”, pode ter quem pense. Mas não estou. Para dizer que nunca encontrei um buraco, passamos por alguns pouquíssimos, e sem grande importância, no trecho que atravessa o Death Valley. Mas nem se pode chamar verdadeiramente de buraco, ainda mais se compararmos com as crateras que já enfrentamos nas estradas brasileiras. Ah, sim, já perdemos muitos pneus pelas estradas desse Brasil. De forma geral, aqui as pistas são, na sua grande maioria, estreitas, via dupla, sem acostamento, mal sinalizadas e em péssimo estado de conservação. De novo, como comparar? Ou como NÃO comparar?

No Vale da Morte, mesmo mais deserto, estrada em perfeitas condições

No Vale da Morte, mesmo mais deserto, estrada em perfeitas condições

Falando do Death Valley, que foi uma estrada que nos surpreendeu, pois, apesar de não ser duplicada e não ter muita presença do Estado (fisicamente, porque não víamos policiamento ou fiscalização, e até o pagamento da taxa do Parque Nacional era feito num quiosque “abandonado” em uma máquina eletrônica sem ninguém para controlar quem estava pagando ou não. E, mesmo assim, as pessoas paravam para realizar o pagamento), a estrada é bem sinalizada, com asfalto em ótimo estado de conservação e os motoristas respeitam as leis. Antes, nós pensávamos que passaríamos por trechos mais abandonados, talvez até mal conservados, já que o fluxo seria menor que em outras regiões mais turísticas. Mas lá não tem disso. Não fazem as coisas para turista ver. A mentalidade é outra e as mudanças já começam por aí. O povo! Para querer melhoria tem que cuidar do que é seu. Acho que muito da mudança do país tem que vir da educação do seu povo. A questão é político querer ter um povo mais educado. Pra que, né? Melhor deixar o povo ignorante para político continuar a fazer o que fazem. Ou seja, NADA! Ou melhor, nada que preste para a população, porque eles até fazem muito, para os interesses deles e enriquecimentos das suas contas bancárias. Mas enfim, vamos voltar a questão da viagem. Rodando nas estradas americanas, além da estrutura incomparável, percebemos bem essa questão da educação e cultura da população. Não precisa ter fiscalização eletrônica a cada 10km para que os motoristas mantenham a velocidade limite. Nem lembro de ter visto fiscalização eletrônica nas estradas que passamos. Quando muito tem um carro ou outro da polícia na estrada, mas nada em demasia. Aqui no Brasil, tem mais fiscalização eletrônica que a sinalização de trânsito básica. O povo precisa ser constantemente coibido para seguir a lei. Além de que virou uma fábrica de fazer dinheiro. Também não víamos nas estradas americanas nada de ultrapassagens perigosas, motos costurando o trânsito ou passando no meio do corredor, carros andando pelo acostamento… Nos acessos das grandes rodovias existem semáforos para controle da quantidade de carros que acessam a rodovia por vez para evitar congestionamentos (“dois carros a cada sinal verde”) e as pessoas respeitam e aguardam a sua vez. As pessoas não querem dar uma de mais espertas sobre as outras, cada um respeita o espaço do outro (claro que não pode generalizar). Então, a primeira mudança para se viajar mais de carro pelo Brasil deveria começar conosco, com nossas condutas no trânsito, com o respeito às leis em vigor, com o respeito ao próximo.

Estradas do Death Valley

Estradas do Death Valley

Estradas americanas

Estradas americanas

As opções de apoio ao viajantes brasileiro nas estradas do país também são deprimentes. Poucos são os pontos de parada que oferecem boas condições à família, com instalações bem conservadas e higiênicas, banheiros limpos ou opções adequadas de alimentação. Muitas vezes, rodamos km e mais km sem ter um local decente para o “pit stop”. E o que encontramos acabam sendo lugares imundos e decadentes.

Apenas um exemplo de ponto de parada nas estradas brasileiras

Apenas um exemplo de ponto de parada nas estradas brasileiras

Nas nossas viagens pelas estradas dos EUA não passamos sufoco nem no Death Valley. Pois é, vou comparar com ele de novo, pois acaba sendo o lugar por onde passamos que deveria ser o mais parecido com o que temos no Brasil em termos de comparação e, mesmo assim, é incomparável. Apesar de rodarmos longos trechos sem pontos de apoio, encontramos um rancho que oferecia perfeitas condições aos viajantes, com restaurante, lanchonete, lojinha, hospedagem. Em alguns pontos do Parque Nacional do Death Valley encontrávamos banheiros públicos, mas não estavam limpos, apesar de que tinham papel higiênico e sabão. Vai parar num dos banheiros de muitas estradas do Brasil? Viajar sem um rolo de papel higiênico no carro é pedir para passar perrengue. Por aqui, acabamos sempre andando com o kit banheiro: papel, sabão, toalhinha e álcool gel.

Foto de uma das paradas nas atrações do Death Valley. Aquela casinha lá no estacionamento é banheiro.

Foto de uma das paradas nas atrações do Death Valley. Aquela casinha lá no estacionamento é banheiro.

Um ponto de apoio no Death Valley

Um ponto de apoio no Death Valley

Nas outras grandes estradas americanas, largas, com inúmeras faixas, bem sinalizadas e com asfalto perfeito, as opções de parada são as mais diversas, além de super frequentes. A cada entrada e saída de cidades, inúmeros restaurantes, fast food conhecidos, ou, na pior das hipóteses, tem um posto de gasolina com loja de conveniência que é quase um mini mercado e sempre com um bom banheiro, o qual pode não ser a perfeição em limpeza, mas atende bem à necessidade (e sempre com papel higiênico e sabão). Ah, e todos aceitam o cartão de crédito como forma de pagamento. Em algumas estradas, como por exemplo a Turnpike na Flórida, existem ilhas no centro da rodovia que atendem aos dois sentidos da estrada (nada de ter que ficar procurando um retorno por km sem fim) e são praticamente como pequenos shoppings, tendo uma praça de alimentação, lojinhas e banheiros limpos.

Viajar de carro nos EUA!

Viajar de carro nos EUA!

Turnpike com as saídas centrais para as paradas de apoio

Turnpike com as saídas centrais para as paradas de apoio

Agora o que achamos o máximo nessa questão de viajar de carro pelos EUA foram as Rest Areas (área de descanso). São pequenos pontos de parada nas estradas que não possuem grande infraestrutura, apenas o básico do que precisamos para uma parada rápida durante uma viagem de carro. As Rest Areas possuem banheiros limpos e bem conservados (não vou nem repetir a questão do papel higiênico e do sabão. Mas tem!). Encontramos, também, máquinas para compra de bebidas quentes e frias e diversos lanches. Não tem lanchonete, mas só em ter a opção de uma guloseima e um café fresco já pode quebrar o galho. O local que paramos era bem conservado, com gramado impecável, sem um papel jogando no chão, e até com uma área própria para passear com os bichinhos de estimação. Até nossos amigos de 4 patas são lembrados nas estradas americanas. Em alguns Rest Areas, existe playground para as crianças liberarem a energia acumulada em horas dentro do carro, enquanto os pais esticam as pernas e os cachorros fazem suas necessidades. E, para completar, ainda existem as mesinhas e bancos ao ar livre, um verdadeiro espaço para piquenique, e as áreas para MotorHome. O que mais precisa? Assim é fácil e maravilhoso pegar a estrada e sair desbravando o país. Isso poderia ser uma das mudança nas nossas estrada e que, sem dúvida, facilitaria as viagens das famílias. Só que agora voltamos a questão da educação do povo. Lá, não vimos vigia, fiscalização, segurança, etc, nesses lugares para que os usuários mantenham a sua conservação. O espaço é para eles mesmos, se quebrarem, destruírem, roubarem, são eles que saem perdendo. Essas máquinas, por exemplo, quanto tempo durariam na nossa realidade no meio de uma estrada qualquer? Em quanto tempo estariam quebradas? Em quanto tempo não teriam os produtos roubados? Em quanto tempo deixariam de ser reabastecidas? Pois é!

Área de Picnic nas Rest Area

Área de Picnic nas Rest Area

Rest Area

Rest Area

Ponto de apoio nas estradas dos EUA

Ponto de apoio nas estradas dos EUA

Ponto de parada na Turnpike

Ponto de parada na Turnpike

A navegação pelas estradas e cidades do Brasil é outro ponto complicado! Mesmo com a ajuda do “Guia de Estradas” da revista Quatro Rodas ou com um GPS fica difícil não se perder. Imagina sem esses recursos! A sinalização nas estradas do Brasil, além de ser ineficiente, está depredada pela própria população ou o poder público deixou para que a vegetação local tomasse de conta. Dentro das cidades brasileiras a situação é mais preocupante, pois ruas mal sinalizadas causam muitos acidentes de trânsito. As placas existentes não são proativas. Você segue na faixa da esquerda e, de repente, dá de cara com a placa para seu destino apontando para você entrar na rua à direita. Não dá tempo de mudar de faixa, você perde a saída e como são poucos retornos… está perdido! Já nas estradas dos EUA o GPS funciona perfeitamente, existem muitas placas de sinalização e de forma proativa. Você começa a identificar a sua saída a vários quilômetros antes dela chegar e isso permite que você mude de faixas em segurança.

Também é importante falarmos das facilidades e da rentabilidade para se alugar um carro. O aluguel chega a ser um terço do valor no Brasil, comparando carros da mesma categoria. Além disso, o seguro, já incluso, chega a valores de cobertura, no mínimo de 1 milhão de dólares (pode até bater numa Ferrari). Já na locação, a burocracia é quase zero! Depois que você assina a documentação, basta seguir para o estacionamento da locadora e escolher o modelo e cor do seu carro (dentro da mesma categoria). A chave está na ignição! É só entrar e sair dirigindo! Aqui no Brasil você fica vários minutos tendo seu veículo inspecionado por um funcionário na entrega e devolução. Nos EUA você pode receber o carro em uma locadora de uma cidade e devolver em qualquer outra cidade do mesmo Estado, sem custo adicional. No Brasil, se você receber seu carro no aeroporto e quiser devolvê-lo em qualquer outra local dentro da mesma cidade… terá que comprometer seu cartão de crédito.

Blogagem coletiva

A verdade é que temos um país com belezas naturais incríveis. Muitas vezes, deixamos de conhecer mais os cantinhos do Brasil, de suas culturas, de suas tradições, de suas paisagens, para viajar para outros lugares que nos ofereçam melhores condições, seja como turista, seja como ser humano. Se nem nossas necessidades fisiológicas básicas conseguem ser atendidas adequadamente numa viagem de carro pelas estradas brasileiras, como esperar que outras questões o sejam. Segurança, sinalização, conforto, nada atende a família viajante nas nossas rodovias como deveria. Quando muito, pagamos pedágios caríssimos para ter uma estrada minimamente adequada, e esse dinheiro sequer volta para melhorias na própria rodovia. Isso sem falar nos trechos e mais trechos nos quais sequer há asfalto, onde milhares de pessoas ficam isoladas vários meses do ano, onde falta combustível, falta até comida, porque as chuvas tornam as estradas impossíveis de trafegar. E quando se faz alguma reforma nas rodovias, parece feitas com asfalto de açúcar, pois basta uma chuva e o remendo se desfaz. Há pouco tempo vimos reportagens nos jornais mostrando as condições das nossas estradas ligando as capitais sedes da Copa do Mundo. Deprimente! O Brasil quer dizer pro mundo que é o país da Copa, mas não consegue mais nem fazer melhoria “para turista ver”. Para seu próprio povo então… É triste, mas quem sabe um dia meus (bis)netos não conseguem aproveitar mais as estradas brasileiras para viajarem com suas famílias. Não sei se ainda tenho essa esperança, mas dizem por aí que ela é a última que morre.

BR ???

BR ??? SIM!!!

Brasil!

Brasil!

 

 

Resumindo: para viajar mais de carro no Brasil precisamos de:

1 – Educação

2 – Respeito

3 – Segurança

4 – Estradas em melhores estados de conservação

5 – Sinalização adequada

6 – Pontos de apoio de qualidade nas estradas

7 – Banheiros que atendam as necessidades das famílias

8 – Preços menos abusivos

9 – Praticidade na Locação de Veículos

10 – Comprometimento (público e privado)

 
 
(Facebook      Twitter      Instagram)
 
#queroviajarpelobrasil
 
 

Outras famílias viajantes dão suas opiniões sobre o assunto e tem muita coisa legal. Confiram:

1 – Adriana Pasello – Diário de Viagem

2 – Flávia Peixoto – Viajar é Tudo de Bom

3 – Claudia Bömmels – Brasileiros Mundo Afora

4 – Cláudia Rodrigues – Felipe, o Pequeno Viajante

5 – Andreza Trivillin Andreza Dica e Indica

 6 – Eder Rezende – Quatro Cantos do Mundo 

 7 – Ana Luiza Fragoso – Oxente Menina

 8 – Adelia Lundberg – Paris des Petits   

 9 – Débora Galizia – Viajando em familia  

10 – Márcia Tanikawa – Os Caminhantes Ogrotur 

11 –  Karen Schubert Reimer – As Aventuras da Ellerim Viajante

12 – Thiago Cesar Busarello – Vida de Turista  

13 – Regeane Nicaretta Dicas da Rege

14 – Debora Godoy Segnini – Gosto e Pronto

15 – Erica Piros Kovacs – Viagem com Gêmeos

16 – Francine Agnoletto – Viagens que Sonhamos

17 – Sut-Mie Guibert- Viajando com Pimpolhos

18 – Ana Cintia Cassab Heilborn – Travel Book Blog

19 – Flávia Maciel – Bebê Pelo Mundo

20 – Claudia Bins – Mosaicos do Sul

21 – Patrícia Tabalipa – Roteiro Baby Floripa

22. Andrea Almeida Barros – Do RS para o Mundo

23. Patrícia Papp – Coisas de Mãe

24- Susana Spotti – Viagem Simplesmente

25 – Andrea e Luciano – Malas e Panelas

26 – Patricia Longo Tayão – Viajar hei

 

Categorias: Brasil, EUA, Viajando | Tags: , , , , , , | 24 Comentários

Navegação de Posts

24 opiniões sobre “Blogagem Coletiva – Mudanças para as famílias viajarem mais (de carro) pelo Brasil

  1. Pingback: Blogagem Coletiva: "Mudanças para as famílias viajarem mais pelo Brasil" - Andreza Dica e Indica Disney | Tudo Sobre a Disney

  2. Pingback: Blogagem Coletiva - Mudanças para viajar mais pelo Brasil - Gosto e ProntoGosto e Pronto

  3. É triste viajar pelo Brasil e chegar em uma cidade e ter muitas recomendações de cuidados ao andar na rua. Em Fortaleza, de onde acabamos de chegar foi assim😦

  4. Thyl, realmente nossas estradas são uma vergonha, e muitos destinos turísticos não querem ter suas estradas melhoradas com medo da invasão turística, caso de Visconde de Mauá, no Rio, que demorou muito para ter sua via parcialmente asfaltada, muita gente desistia de ir até lá pois a estrada dava medo de tão ruim.
    Não seria o caso de melhorar a infraestrutura do lugar ao invés de perpetuar essa ideia de que o legal é ter acesso ruim para espantar a freguesia. Turista leva dinheiro para gastar nos lugares, isso gera renda e melhora a qualidade de vida das pessoas!

  5. Adriana Pasello

    Ah, esqueci de dizer que apesar de tudo, nós ainda #queremosviajarpeloBrasil !!!!

  6. Achei bacana você escrever sobre um aspecto e destrinchar o assunto. De fato, só para escrever sobre as necessidades de estrada já rende um texto inteiro. Como não depender delas em um país de distâncias continentais. Nossa família não é nenhum pouco viciada em aviões, também gostamos de explorar os destinos de carro, mas estamos em um ponto que o marido não quer mais dirigir se o lugar estiver fora do Paraná por tudo isso que vc relatou.

    • Pois é Adriana, não sabia como fazer o post porque a lista de mudanças seria muito grande e resolvi me focar numa área específica. Claro que as mudanças não são práticas nessa área, nem simples, mas não custa sonhar. Bjs

  7. Pingback: 10 mudanças para as famílias viajarem mais pelo Brasil | Quatro Cantos do Mundo

  8. Vamos que vamos. O negócio é tentar mudar isso!!

  9. Pingback: 10 Mudanças para as famílias viajarem mais pelo Brasil #queremosviajarpeloBrasil | Travel Book Blog

  10. Pingback: FLORIANÓPOLIS MELHOR | Dicas da Rege

  11. Fran Agnoletto

    Perfeito Thyl,

    É inevitável a nossa comparação com outros lugares, principalmente com os EUA.
    O legal é ver o ponto de vista de quem visitou paises pobres e tem a mesma percepção. Então não é questão de grana, né?

    Bjs,

    Fran @ViagensqueSonhamos

    • Com certeza Fran, por isso muitos dos blogs do pessoal mais viajado trazem informações tão importantes. Nós temos pouco parâmetro para comparar, por isso fiquei limitada a comparar logo com quem, né? EUA. kkk Chega a ser injusto. Mas lendo os outros blogs a gente vê claramente que muita coisa, como vc disse, não é questão de dinheiro.
      Bjs

  12. oscaminhantes2013

    Oi Thyl!
    Achei perfeito o modo como você coloca no final:
    “O Brasil quer dizer pro mundo que é o país da Copa, mas não consegue mais nem fazer melhoria “para turista ver”. Para seu próprio povo então… É triste, mas quem sabe um dia meus (bis)netos não conseguem aproveitar mais as estradas brasileiras para viajarem com suas famílias. Não sei se ainda tenho essa esperança, mas dizem por aí que ela é a última que morre.”
    Já falei para o Eder Rezende, mas poderíamos pegar as partes mais contundentes de cada um dos blogs e fazer um mega manifesto, será que seríamos capazes de mudar algo com nosso desabafo coletivo?
    Um grande abraço!
    Marcia

    • Não sei se daria em alguma mudança efetiva, Márcia. Sinceramente! Mas também não custa tentar, né? O que o pessoal organizar, estamos dentro. Bjs

  13. Pingback: 10 mudanças para as famílias viajarem mais pelo Brasil

  14. Pingback: 10 mudanças para as famílias viajarem mais pelo Brasil | Oxente Menina | Ana Lu Fragoso

  15. Pingback: Blogagem Coletiva: 10 mudanças para as famílias viajarem mais pelo Brasil | Viagem com Gêmeos

  16. Pingback: 10 mudanças para as famílias viajarem mais pelo Brasil

  17. Pingback: 10 mudanças para as famílias viajarem mais pelo Brasil – Blogagem Coletiva! #queremosviajarpeloBrasil | Ellerim Viajante

  18. Pingback: Queremos viajar mais pelo Brasil | Os caminhantes

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Blog no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: