Relatos – Dia 7: Sea World

Sea World Orlando

Por ser um parque menor e que costuma encher menos que os demais, coloquei o Sea World num sábado (procurei evitar os parques nos fins de semana). Também resolvemos que iríamos fazer o Sea World rapidamente, não ficando o dia inteiro e aproveitando para fazer compras nesse dia à tarde.

Já na entrada, encontramos a Baleia Shamu e os meninos correram para foto.

Sea World Shamu Orlando

Shamu

Para aproveitar bem o dia, chegamos ao parque bem cedo e, assim que entramos, fomos direto para a Manta. Já tinha uma fila, mas não grande. Só que a bendita quebrou e acabamos passando um bom tempo já nessa primeira atração. Não andava e ninguém explicava o que havia acontecido. Então, nós ficávamos naquela: “vamos esperar mais um pouco”. Depois pensávamos: “já esperamos até agora, espera mais um pouco”. Quando resolvíamos desistir, vinha aquele medo: “se a gente sair e voltar a funcionar, perdemos esse tempo todo e nem sequer fizemos o brinquedo”. Acabou que o tempo foi passando e a gente na fila. No fim, acabamos indo na montanha-russa, mas eu não gostei mesmo. Não repito nunca mais. Eu adoro montanha-russa, vou em todas, mas essa me deu uma sensação muito ruim. Não gostei de ficar deitada, olhando para baixo e me sentindo totalmente dependente do cinto. Como se nas outras fosse diferente essa questão do cinto, né? Ok, mas essa me deixou insegura. Não sei explicar. Só que apenas eu não gostei. Meu marido amou, assim como minha cunhada e meu irmão. Tanto que eles repetiram antes de irmos embora. (Guardem essa informação sobre minha experiência com a Manta para quando for contar da nossa ida ao Six Flags. Não esqueçam!) 

Manta: nessa montanha-russa, depois que sentamos nos carrinhos, eles deitam, de forma que ficamos de barriga para baixo em posição horizontal. O percurso simula um voo, com mergulhos e curvas como se fosse o nado de uma arraia. Tem loopings e inversões. Mas o pior foi ficar olhando para baixo e saber que não tinha nada entre eu e o chão láááááááá embaixo. Tive que fechar os olhos. Só rezava para aquele cinto não resolver dar problema naquele momento… e lembrava o tempo que ficamos na fila porque tinha ocorrido algum problema no brinquedo. Aiai. No final, eu me tremia inteira. 🙂

Manta Sea World Orlando

Manta

Depois da Manta, baseamos nossa sequência pelos horários dos shows que queríamos assistir. Nos mapinhas que pegamos na entrada do parque, encontram-se todos esses horários. 

Começamos pelo Blue Horizons. Chegamos um pouco atrasados e perdemos o início do show, além de pegarmos lugares muito laterais. O show é lindo, com golfinhos que fazem as mais diversas acrobacias, aves coloridas que voam pelas arquibancadas e umas pequenas baleias. O espetáculo conta também com acrobatas e mergulhadores. As crianças ficaram de boca aberta. É imperdível!

Blue Horizons Sea World Orlando

Blue Horizons

Blue Horizons Sea World Orlando

Baleia no Blue Horizons

Pegar um show seguido do outro foi meio complicado. Os horários eram colados uns nos outros e tínhamos que correr para conseguir. Foi o que fizemos saindo do Blue Horizons para o Clyde and Seamore. No início desse show, os apresentadores ficam interagindo com a plateia, que se acaba de rir com o que eles falam. Quem não entende inglês, vai ficar boiando. E mesmo quem entende pode não achar tanta graça assim. Mas, de qualquer forma, é divertido.

Clyde and Seamore Take Pirate Island: nessa apresentação, os protagonistas são um pirata e um leão-marinho. O show conta também com lontras e morsa. É divertido e bem animado, mas achei muito longo. Num determinado momento, já estava com sono.

Clyde and Seamore Take Pirate Island Sea World Orlando

Clyde and Seamore Take Pirate Island

Wild Artic: uma área gelada onde podemos encontrar animais polares como o urso polar e a baleia branca. Para chegar até o local onde estão os animais, pode-se ir de simulador (como se fosse um helicóptero, mas tem restrição de altura), ou caminhando. Como os meninos não tinham a altura exigida, fomos caminhando com eles.

Wild Artic Sea World Orlando

Wild Artic

No Dolphin Cove, é possível alimentar os golfinhos e tocá-los. Os horários são predeterminados e especificados nos mapas do parque. Faz fila e entram números limitados de visitantes por vez. É cobrado uma taxa para essa atração. Na época, pagamos 7U$ por pessoa e nos foi entregue uma caixinha contendo algumas sardinhas para dar aos golfinhos. É uma experiência maravilhosa chegar pertinho desses lindos animais, tocá-los e interagir um pouco com os golfinhos.

Dolphin Cove Sea World Orlando

Alimentar golfinho Sea World Orlando

Stingray Lagoon: piscina onde podemos passar a mão nas arraias.

Assistimos ao show da Shamu, o One Ocean. Com telões LED e uma música potente, vemos as interações da baleia Orca com os treinadores e o público. Os treinadores não entram mais na piscina junto com a Orca como eu assisti quando fui da primeira vez, mas isso não diminui a beleza do espetáculo. Quem senta nas primeiras fileiras, sai completamente encharcado, pois a baleia joga bastante água.

One Ocean Sea World Orlando

Shamu

Shamu One Ocean Sea World Orlando

One Ocean

Optamos por não assistir os shows Pets Ahoy (espetáculo com animais como cachorros, gatos, pássaros, e outros) e o A’Lure, The Call of the Ocean (espetáculo teatral com acrobacias).

Nós almoçamos no Sharks Underwater Grill, um restaurante que fica na área da atração Shark Encounter. Se não mudou, as reservas devem ser feitas no próprio parque no dia da visita, a partir das 10h da manhã. O restaurante em si é muito bonito e diferente, envolto por aquários gigantes repletos de tubarões. Só que não gostei da comida. Pelo menos a massa que eu pedi não estava muito saborosa. E o preço também é salgado (serviço “a la carte”). Vale pelo ambiente.

Sharks Underwater Grill Sea World Orlando

Sharks Underwater Grill

Saímos do restaurante e já aproveitamos para passar pelo Shark Encounter. Caminhamos por um túnel dentro do aquário e nos encontramos cercados por diferentes espécies de tubarões, além de moreias e barracudas. Eu não sou fã de água e foi meio claustrofóbico estar nesse túnel, mas é imperdível.

Shark Encounter Sea World Orlando

Shark Encounter

Saímos fazendo as outras atrações de encontro com os animais.

Pacific Point Preserve: uma área aberta com piscinas e pedras, onde encontramos as focas e os leões marinhos. É um local bem barulhento.

Pacific Point Preserve Sea World Orlando

Pacific Point Preserve

Passeamos pelo que na época era chamado Penguin Encounter, onde passávamos por uma esteira rolante para ver as colônias de pinguins. Agora há o novo Antarctica.

Pinguim Sea World Orlando

Penguin Encounter

Outras atrações do Sea World que não conhecemos: Dolphin Nursery (um berçário de golfinhos),  Turtle Trek (um cinema 3D de 360 graus onde podemos ver o mundo do oceano pelos olhos da tartaruga).

Também não fomos no Journey to Atlantis, pois os meninos não tinham a altura exigida, e também porque ninguém quis se molhar já que depois ainda íamos pro Outlet e não estava um dia quente.

Journey to Atlantis: a bordo de um barco que passa pela cidade submersa de Atlântida e termina com uma queda d’água de 20 metros. Molha!!!

Dentro do Journey to Atlantis fica o Jewel of Sea Aquarium, um aquário enorme cheio de diferente espécies de peixes exóticos.

Seguimos direto para a Kraken, montanha-russa inspirada no monstro marinho das águas. Ela é maravilhosa. Ficamos com as pernas soltas, passamos por 7 loopings, além de inversões e quedas enormes. Essa eu adorei!

Kraken Sea World Orlando

Kraken

Enquanto parte do meu grupo foi repetir a Manta, que eu não iria nem que me pagassem, fui com os meninos para a área infantil do parque, o Shamu’s Happy Harbor.

Shamu’s Happy Harbor: um playground repleto de brinquedo para as crianças. Tem uma pequena montanha-russa, a Shamu Express, que fui com os meninos e é muito legal para os pequenos. Nessa área, há várias outras atrações voltadas para as crianças.

Shamu's Happy Harbor Sea World Orlando

Saímos do Sea World mais tarde do que havíamos planejado inicialmente, já quase 16h. Mesmo assim, seguimos para o Premium Outlet que fica mais próximo ao parque, onde ficamos até o seu fechamento (no dia foi às 22h) e não chegamos a rodar nem metade dele. Fazer compras com crianças não é nada fácil e percebi que é preciso deixar mais tempo livre para isso. Depois de um tempo, os meninos acabaram dormindo nos carrinhos e conseguimos olhar as coisas melhor. Foi um dia bem cansativo.

Vejam também o vídeo do nosso dia no Sea World.

 
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